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	<title>Internet Paulista</title>
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		<title>Funções para tratamento de Arrays</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/internet/funcoes-para-tratamento-de-arrays</link>
		<comments>http://blog.internetpaulista.com/internet/funcoes-para-tratamento-de-arrays#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 17:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Php]]></category>
		<category><![CDATA[Array]]></category>
		<category><![CDATA[range]]></category>
		<category><![CDATA[shuffle]]></category>
		<category><![CDATA[sizeof]]></category>

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		<description><![CDATA[Funções Genéricas
Array
array array(&#8230;);
É a função que cria um array a partir dos parâmetros forncidos. É possível fornecer o índice de cada elemento. Esse índice pode ser um valor de qualquer tipo, e não apenas de inteiro. Se o índice não for fornecido o PHP atribui um valor inteiro sequencial, a partir do 0 ou do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Funções Genéricas</p>
<p>Array</p>
<p>array array(&#8230;);</p>
<p>É a função que cria um array a partir dos parâmetros forncidos. É possível fornecer o índice de cada elemento. Esse índice pode ser um valor de qualquer tipo, e não apenas de inteiro. Se o índice não for fornecido o PHP atribui um valor inteiro sequencial, a partir do 0 ou do último índice inteiro explicitado. Vejamos alguns exemplos:</p>
<p>Exemplo 1<br />
$teste = array(&#8221;um&#8221;, &#8220;dois&#8221;,&#8221;tr&#8221;=&gt;&#8221;tres&#8221;,5=&gt;&#8221;quatro&#8221;,&#8221;cinco&#8221;);</p>
<p>Temos o seguinte mapeamento:<br />
0 =&gt; &#8220;um&#8221; (0 é o primeiro índice, se não houver um explicito)<br />
1 =&gt; &#8220;dois&#8221; (o inteiro seguinte)<br />
&#8220;tr&#8221; =&gt; &#8220;tres&#8221;<br />
5 =&gt; &#8220;quatro&#8221; (valor explicitado)<br />
6 =&gt; &#8220;cinco&#8221; (o inteiro seguinte ao último atribuído, e não o próximo valor, que seria 2)</p>
<p>Exemplo 2<br />
$teste = array(&#8221;um&#8221;, 6=&gt;&#8221;dois&#8221;,&#8221;tr&#8221;=&gt;&#8221;tres&#8221;,5=&gt;&#8221;quatro&#8221;,&#8221;cinco&#8221;);</p>
<p>Temos o seguinte mapeamento:<br />
0 =&gt; &#8220;um&#8221;<br />
6 =&gt; &#8220;dois&#8221;<br />
&#8220;tr&#8221; =&gt; tres<br />
5 =&gt; &#8220;quatro&#8221; (seria 7, se não fosse explicitado)<br />
7 =&gt; &#8220;cinco&#8221; (seria 6, se não estivesse ocupado)</p>
<p>Em geral, não é recomendável utilizar arrays com vários tipos de índices, já que isso pode confundir o programador. No caso de realmente haver a necessidade de utilizar esse recurso, deve-se ter bastante atenção ao manipular os índices do array.</p>
<p>range</p>
<p>array range(int minimo, int maximo);</p>
<p>A função range cria um array cujos elementos são os inteiros pertencentes ao intervalo fornecido, inclusive. Se o valor do primeiro parâmetro for maior do que o do segundo, a função Devolve false (valor vazio).</p>
<p>shuffle</p>
<p>void shuffle(array &amp;arr);</p>
<p>Esta função &#8220;embaralha&#8221; o array, ou seja, troca as posições dos elementos aleatoriamente e não Devolve valor algum.</p>
<p>sizeof</p>
<p>int sizeof(array arr);</p>
<p>Devolve um valor inteiro contendo o número de elementos de um array. Se for utilizada com uma variável cujo valor não é do tipo array, Devolve 1. Se a variável não estiver setada ou for um array vazio, Devolve 0.</p>
<p>Funções de &#8220;navegação&#8221;</p>
<p>Toda variável do tipo array possui um ponteiro interno indicando o próximo elemento a ser acedido no caso de não ser especificado um índice. As funções seguintes servem para modificar esse ponteiro, permitindo assim percorrer um array para verificar seu conteúdo (chaves e elementos).</p>
<p>reset</p>
<p>mixed reset(array arr);</p>
<p>O ponteiro interno aponta para o primeiro elemento do array, e devolve o conteúdo desse elemento.</p>
<p>end</p>
<p>mixed end(array arr);</p>
<p>O ponteiro interno aponta para o último elemento do array, e devolve o conteúdo desse elemento.</p>
<p>next</p>
<p>mixed next(array arr);</p>
<p>O ponteiro interno aponta para o próximo elemento do array, e devolve o conteúdo desse elemento.</p>
<p>Obs.: esta não é uma boa função para determinar se um elemento é o último do array, pois pode devolver false tanto no final do array como no caso de haver um elemento vazio.</p>
<p>prev</p>
<p>mixed prev(array arr);</p>
<p>O ponteiro interno aponta para o elemento anterior do array, e devolve o conteúdo desse elemento. Funciona de maneira inversa a next.</p>
<p>pos</p>
<p>mixed pos(array arr);</p>
<p>Devolve o conteúdo do elemento actual do array, indicado pelo ponteiro interno.</p>
<p>key</p>
<p>mixed key(array arr);</p>
<p>Funciona de maneira bastante semelhante a pos, mas em vez de devolver o elemento actual indicado pelo ponteiro interno do array, devolve o seu índice.</p>
<p>each</p>
<p>array each(array arr);</p>
<p>Devolve um array contendo o índice e o elemento actual indicado pelo ponteiro interno do array. o valor da devolução é um array de quatro elementos, cujos índices são 0, 1, &#8220;key&#8221; e &#8220;value&#8221;. Os elementos de índices 0 e &#8220;key&#8221; armazenam o índice do valor atual, e os elementos de índices 1 e &#8220;value&#8221; contém o valor do elemento atual indicado pelo ponteiro.<br />
Esta função pode ser utilizada para percorrer todos os elementos de um array e determinar se já foi encontrado o último elemento, pois no caso de haver um elemento vazio, a função não devolverá o valor false. A função each só devolve false depois q o último elemento do array foi encontrado.</p>
<p>Exemplo:</p>
<p>função que percorre todos os elementos de um array e imprime seus índices e valores</p>
<p>function imprime_array($arr) {<br />
reset($arr);<br />
while (list($chave,$valor) = each($arr))<br />
echo &#8220;Chave: $chave. Valor: $valor&#8221;;<br />
}</p>
<p>Funções de ordenação</p>
<p>São funções que servem para ordenar os elementos de um array de acordo com determinados critérios. Estes critérios são: manutenção ou não da associação entre índices e elementos; ordenação por elementos ou por índices; função de comparação entre dois elementos.</p>
<p>sort</p>
<p>void sort(array &amp;arr);</p>
<p>A função mais simples de ordenação de arrays. Ordena os elementos de um array em ordem crescente, sem manter os relacionamentos com os índices.</p>
<p>rsort</p>
<p>void rsort(array &amp;arr);</p>
<p>Funciona de maneira inversa à função sort. Ordena os elementos de um array em ordem decrescente, sem os manter os relacionamentos com os índices.</p>
<p>asort</p>
<p>void asort(array &amp;arr);</p>
<p>Tem o funcionamento bastante semelhante à função sort. Ordena os elementos de um array em ordem crescente, porém mantém os relacionamentos com os índices.</p>
<p>arsort</p>
<p>void arsort(array &amp;arr);</p>
<p>Funciona de maneira inversa à função asort. Ordena os elementos de um array em ordem decrescente e mantém os relacionamentos dos elementos com os índices.</p>
<p>ksort</p>
<p>void ksort(array &amp;arr);</p>
<p>Função de ordenação baseada nos índices. Ordena os elementos de um array de acordo com seus índices, em ordem crescente, mantendo os relacionamentos.</p>
<p>usort</p>
<p>void usort(array &amp;arr, function compara);</p>
<p>Esta é uma função que utiliza outra função como parâmetro. Ordena os elementos de um array sem manter os relacionamentos com os índices, e utiliza para efeito de comparação uma função definida pelo utilizador, que deve comparar dois elementos do array e devolver 0, 1 ou -1, de acordo com qualquer critério estabelecido pelo utilizador.</p>
<p>uasort</p>
<p>void uasort(array &amp;arr, function compara);</p>
<p>Esta função também utiliza outra função como parâmetro. Ordena os elementos de um array e mantém os relacionamentos com os índices, utilizando para efeito de comparação uma função definida pelo utilizador, que deve comparar dois elementos do array e devolver 0, 1 ou -1, de acordo com qualquer critério estabelecido pelo utilizador.</p>
<p>uksort</p>
<p>void uksort(array &amp;arr, function compara);</p>
<p>Esta função ordena o array através dos índices, mantendo os relacionamentos com os elementos., e utiliza para efeito de comparação uma função definida pelo utilizador, que deve comparar dois índices do array e devolver 0, 1 ou -1, de acordo com qualquer critério estabelecido pelo utilizador.</p>
<p>FONTE: http://www.truquesedicas.com/tutoriais/php/apendices/00002a.htm</p>
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		<title>Ano Estrelar 3259 &#8211; FEDERAÇÃO DOS CRIMES DE GUERRA &#8211; O PIOR ESTÁ POR VIR</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/internet/ano-estrelar-3259-federacao-dos-crimes-de-guerra-o-pior-esta-por-vir</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 03:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Galactic Wars]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Online]]></category>

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		<description><![CDATA[Galactic Wars é um jogo de estratégia em tempo real dividido em turnos de 1 hora.
O jogo se passa no nosso universo aproximadamente no ano 2560. A humanidade finalmente descobriu a existência de vida extra-terrestre inteligente e desenvolveu sistemas para viagens espaciais a todas as galáxias.
Cada jogador controla um planeta, divididos em galaxias e as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-203" title="galactic_wars" src="http://blog.internetpaulista.com/wp-content/uploads/2009/10/galactic_wars.jpg" alt="galactic_wars" width="550" height="143" />Galactic Wars é um jogo de estratégia em tempo real dividido em turnos de 1 hora.</p>
<p>O jogo se passa no nosso universo aproximadamente no ano 2560. A humanidade finalmente descobriu a existência de vida extra-terrestre inteligente e desenvolveu sistemas para viagens espaciais a todas as galáxias.</p>
<p>Cada jogador controla um planeta, divididos em galaxias e as galaxias são divididas em setores, existem 5 raças disponíveis, cada qual com seus atributos especiais. Você também pode escolher um dos 4 estilos de governo que irá utilizar no seu planeta.</p>
<p>Galactic Wars é gratuito, o jogo ainda permite que os usuarios tornen-se associados para liberar algumas funcionalidades extras.</p>
<p><a title="Galactic Wars" href="http://www.galacticwars.com.br/?indicado=168" target="_blank">COMECE A JOGAR AGORA MESMO!</a></p>
<blockquote><p>Prezado Líder,</p>
<p>Após recebermos da nossa agência de inteligência um relatório com um estudo minucioso sobre o que vem acontecendo no universo concluímos que a realidade é bem mais complexa e ameaçadora do que os rumores anunciavam. Pudemos observar uma movimentação muito grande de naves viajando pelo universo em busca de planetas menos desenvolvidos e o posicionamento que temos de seus Comandantes é de que seria &#8220;manobra militar&#8221;. Aparentemente o discurso é o mesmo para todos os questionados.</p>
<p>Procuramos pesquisar junto aos planetas Federados qual seria o verdadeiro motivo pelo qual os blocos de alianças teriam se fortalecido e qual a intenção dos planetas de alianças de outros universos estarem se aproximando dos nossos radares.</p>
<p>Alianças mais preparadas estão atacando outras em desenvolvimento com o intuito de frear o crescimento destas que por sua vez ameaçam assinar tratados com outras aliadas para se fortalecer e contra-atacar. Nós, da Federação dos Crimes de Guerra, pedimos que você prepare suas naves e prepare seu povo para uma nova guerra que está por vir. Que a sorte esteja conosco!</p>
<p>Saudações,<br />
Comandante Geral da Federação dos Crimes de Guerra</p></blockquote>
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		<title>Como adicionar sombra utilizando CSS</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/internet/como-adicionar-sombra-utilizando-css</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 03:19:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[CSS]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sempre quis saber como colocar uma sombra numa imagem, utilizando apenas CSS? Saiba através do Dinamic Drive, que já foi inclusive indicado aqui no Avante,
Na realidade você pode colocar sombras não só em imagens mas em caixinhas também. Para saber como fazer essa proeza, basta clicar aqui.
Para o alto e Avante!
FONTE: http://www.brunoavila.com.br/avante/css/como-adicionar-sombra-utilizando-css.html
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sempre quis saber como colocar uma sombra numa imagem, utilizando apenas CSS? Saiba através do Dinamic Drive, que já foi inclusive indicado aqui no Avante,</p>
<p>Na realidade você pode colocar sombras não só em imagens mas em caixinhas também. Para saber como fazer essa proeza, basta <a href="http://www.dynamicdrive.com/style/csslibrary/item/css-gradient-shadow/">clicar aqui</a>.</p>
<p>Para o alto e Avante!</p>
<p>FONTE: http://www.brunoavila.com.br/avante/css/como-adicionar-sombra-utilizando-css.html</p>
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		<title>O nome das cores HTML</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 19:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[CSS]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesigner]]></category>
		<category><![CDATA[Cores]]></category>
		<category><![CDATA[Hexadecimal]]></category>
		<category><![CDATA[HTML]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabia que as cores html possui nomes? É sim, cada cor hexadecimal tem seu nome e que funciona em qualquer navegador. Por exemplo, ao invés de você colocar color: #00FA9A coloque color: MediumSpringGreen que vai dar no mesmo. Para você saber todos os nomes e decorá-los assim como você decorou toda a tabuada, clique [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que as cores html possui nomes? É sim, cada cor hexadecimal tem seu nome e que funciona em qualquer navegador. Por exemplo, ao invés de você colocar color: <a href="http://www.w3schools.com/tags/ref_color_tryit.asp?hex=00FA9A" target="_blank">#00FA9A</a> coloque color: <a href="http://www.w3schools.com/tags/ref_color_tryit.asp?color=MediumSpringGreen" target="_blank">MediumSpringGreen</a> que vai dar no mesmo. Para você saber todos os nomes e decorá-los assim como você decorou toda a tabuada, <a href="http://www.w3schools.com/html/html_colornames.asp" target="_blank">clique aqui</a> e veja toda a lista.</p>
<p>PORÉM, se você quiser que seu site seja validado pelo W3C, seguindo os padrões, saiba que apenas as cores a seguir são validadas utilizando seus nomes: aqua, black, blue, fuchsia, gray, green, lime, maroon, navy, olive, purple, red, silver, teal, white, e yellow.</p>
<p>Para o alto e Avante!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bordas Arredondadas com CSS</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/webdesigner/bordas-arredondadas-com-css</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 19:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bordas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quer fazer aquelas bordinhas arredondadas, dando uma diferenciada naquela caixinha de destaque, utilizando CSS? Então conheça essa solução bem simples, o Spiffy Corners, que dá o CSS prontinho pra você fazer suas bordas arredondadas.
Clique aqui para testar.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-193 alignnone" title="bordasarredondadascomcss" src="http://blog.internetpaulista.com/wp-content/uploads/2009/10/windowslivewriterbordasarredondadascomcss-f904spiffy-thumb.gif" alt="bordasarredondadascomcss" width="240" height="120" /></p>
<p>Quer fazer aquelas bordinhas arredondadas, dando uma diferenciada naquela caixinha de destaque, utilizando CSS? Então conheça essa solução bem simples, o Spiffy Corners, que dá o CSS prontinho pra você fazer suas bordas arredondadas.</p>
<p><a href="http://www.spiffycorners.com/" target="_blank">Clique aqui para testar</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>CSS3: Conheça os novos efeitos do CSS</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/internet/conheca-os-novos-efeitos-do-css</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 19:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você já imaginou colocar efeito de fade nas cores do link? Colocar mútiplas imagens de background? Criar cantos arredondados sem necessidade de bg, só no CSS? Pois isso tudo já existe, na nova versão do CSS 3.
No vídeo abaixo você poderá ver na prática algumas novidades do CSS que só não está popularizado ainda pois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já imaginou colocar efeito de fade nas cores do link? Colocar mútiplas imagens de background? Criar cantos arredondados sem necessidade de bg, só no CSS? Pois isso tudo já existe, na nova versão do CSS 3.</p>
<p>No vídeo abaixo você poderá ver na prática algumas novidades do CSS que só não está popularizado ainda pois nem todos os navegadores suportam essa nova versão. Mas isso é questão de tempo. Então dê uma olhadinha no vídeo para ver o que lhe espera. O vídeo é em inglês mas se você não sabe inglês não tem problema, o que importa é ver o amigo do vídeo programando e botando o bicho pra rodar. Só no visual você irá captar a mensagem.</p>
<p><embed src="http://blip.tv/play/grg3gZn4DgI" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="366" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed> </p>
<p>Nesse <a href="http://www.css3.info/preview/" target="_blank">site</a> você irá encontrar informações e exemplos de outros efeitos do novo CSS. <a href="http://www.css3.info/preview/" target="_blank">Divirta-se!</a></p>
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		<title>Como achar o IMEI do celular?</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/tecnologia/como-achar-o-imei-do-celular</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 19:07:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celulares]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[IMEI]]></category>
		<category><![CDATA[LG]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia]]></category>

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		<description><![CDATA[Normalmente para o desbloqueio do celular ou para alguma outra programação do celular é necessário achar o IMEI do celular, ele pode vir na caixa do aparelho, perto da onde esta o número da serie ou você pode encontrar tirando a bateria do celular, tambem perto da onde esta o número da serie, mas se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-175" title="Celular" src="http://blog.internetpaulista.com/wp-content/uploads/2009/10/celulares1-300x225.jpg" alt="Celular" width="300" height="225" />Normalmente para o desbloqueio do celular ou para alguma outra programação do celular é necessário achar o IMEI do celular, ele pode vir na caixa do aparelho, perto da onde esta o número da serie ou você pode encontrar tirando a bateria do celular, tambem perto da onde esta o número da serie, mas se você não achar a caixa do celular ou não sabe como tirar a bateria ou deseja algo mais rápido e fácil, então digite o seguinte código no celular, ou seja, como se você vai ligar para alguém:</p>
<p>*#06#</p>
<p>É só aguardar, o IMEI aparecerá, é um número de vários dígitos.<br />
Isto normalmente funciona em todos os celulares, caso contrario informe qual é o modelo e marca do seu celular para poder ajudá-lo.</p>
<p>FONTE: http://www.curioso.biz/home/2009/03/03/como-achar-o-imei-do-celular/</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Não aparecem anúncios do AdSense?</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 19:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após ter criado meu segundo blog, comecei a colocar os anúncios do AdSense, mas eles não apareciam, só mostrava um espaço em branco onde deveria aparecer o anuncio e tinha a palavra “advertisement” na parte inferior deste espaço, o pior era que isto só acontecia na minha maquina e em outras maquinas sim apareciam os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após ter criado meu segundo blog, comecei a colocar os anúncios do AdSense, mas eles não apareciam, só mostrava um espaço em branco onde deveria aparecer o anuncio e tinha a palavra “advertisement” na parte inferior deste espaço, o pior era que isto só acontecia na minha maquina e em outras maquinas sim apareciam os anúncios. Fiquei pesquisando e sofrendo durante 15 dias, nem no próprio site do AdSense achei a solução, até eles informam de como ativar o JavaScrip no navegador e algumas coisas de políticas, mas não ajudou.</p>
<p>Importante: Você só pode colocar 3 anúncios do AdSense por página se colocar mais ele mostrará só três ou então não mostrará.</p>
<p>O problema foi resolvido editando o arquivo Hosts. Este arquivo, desconhecido se encontra na pasta do Windows, caminho:</p>
<p>C:\Windows\system32\drivers\etc</p>
<p>Ou seja, o Windows está bloqueando todo o conteúdo dinâmico que vem do Google (sobretudo os anúncios do Adsense). Diversos sistemas antispyware, antivirus, bloqueadores de anúncios e outros programas, escrevem suas instruções nesse arquivo, orientando o navegador sobre o que abrir, o que exibir e o que não. Muitas vezes o Nod32 e o Kaspersky costumam gravar instruções especificas para o navegador não exibir anúncios AdSense.</p>
<p>Tutorial para limpar o arquivo e exibir os anúncios do Adsense</p>
<p><strong>Passo 1</strong>: Entre no disco C: , logo entre na pasta Windows e entre na seguinte pasta system32; encontre a pasta drivers e dentro dela esta a pasta etc. O caminho fica assim: C:\WINDOWS\system32\drivers\etc</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-170" title="arquivo-hosts" src="http://blog.internetpaulista.com/wp-content/uploads/2009/10/arquivo-hosts.jpg" alt="arquivo-hosts" width="447" height="281" /></p>
<p><strong>Passo 2:</strong> Dentro do diretório ‘etc’ procure o arquivo hosts. Clique com o botão direito e selecione Abrir com o Bloco de Notas. Com o Bloco de Notas encontre a expressão <strong>Google Inc</strong> (você pode clicar em Editar/Localizar ou simplesmente CTRL+F. Digite Google Inc na caixa de busca, e clique em Localizar).</p>
<p><strong>Passo 3:</strong> Selecione e apague tudo que estiver após a expressão ‘Google Inc’.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-171" title="arquivo-hosts-aberto" src="http://blog.internetpaulista.com/wp-content/uploads/2009/10/arquivo-hosts-aberto.jpg" alt="arquivo-hosts-aberto" width="320" height="182" /></p>
<p>Isto já é suficiente para os anúncios <strong>aparecerem</strong> como por arte de mágica, então Salve e feche o arquivo.</p>
<p>O seguinte passo não é necessário, mas fica como sugestão:<br />
Se você quer limpar todas as instruções adicionadas por algum programa, fora o AdSense, continue fazendo o seguinte, apague tudo que aparecer sem o “#” na frente. Busque por linhas com a palavra “Google” e “Syndication“. Apague todas. Por ultimo, salve e feche o arquivo.</p>
<p>Após estes procedimentos sua página que contenha anúncios do Google e se você seguiu corretamente os passos do tutorial, seu navegador vai exibir os anúncios do AdSense.</p>
<p>Boa sorte!</p>
<p>FONTE: http://www.curioso.biz/home/2009/05/02/nao-aparecem-anuncios-do-adsense/</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Acontece com todo mundo&#8230;</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/videos/acontece-com-todo-mundo</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 19:57:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Bizarro]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[VideoClip]]></category>

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		<description><![CDATA[Wrong Hole (Buraco errado)

- E ai campeão!
- Por que essa cara triste?
- Não sei não, Scott Baio, eu&#8230;
- Eu realmente ferrei tudo ontem à noite&#8230;
- Vamos lá&#8230;fale comigo.
- Diga-me o que aconteceu.
- Tudo bem&#8230;
- Vou tentar&#8230;
Eu a chamei para um encontro, tudo parecia tão radiante
Eu sabia que não iria precisar do meu &#8220;You Porn&#8221; à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Wrong Hole (Buraco errado)</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/t35p5fOXV8k&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/t35p5fOXV8k&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
<p>- E ai campeão!<br />
- Por que essa cara triste?</p>
<p>- Não sei não, Scott Baio, eu&#8230;<br />
- Eu realmente ferrei tudo ontem à noite&#8230;</p>
<p>- Vamos lá&#8230;fale comigo.<br />
- Diga-me o que aconteceu.</p>
<p>- Tudo bem&#8230;<br />
- Vou tentar&#8230;</p>
<p>Eu a chamei para um encontro, tudo parecia tão radiante<br />
Eu sabia que não iria precisar do meu &#8220;You Porn&#8221; à noite<br />
Nós fomos à casa dela e começamos a brincar<br />
Nós jogamos nossas roupas&#8230;<br />
&#8230;no chão&#8230;</p>
<p>Nós começamos assim que ela apagou as luzes<br />
Eu comecei, mas senti que algo estava muito apertado<br />
Eu ouvi seu choro, eu vi sua careta<br />
Eu olhei a camisinha e ela estava toda marrom!</p>
<p>Ontem à noite<br />
Eu meti no buraco errado<br />
Eu sinto muito do fundo da minha alma<br />
Porque eu meti no buraco errado</p>
<p>Tente um Hemovirtus, você pode se sentir melhor<br />
Em minha defesa, aqueles buracos ficam tão juntos<br />
Oh baby baby não se sinta violada<br />
É um acidente comum durante o &#8220;doggy style&#8221;<br />
Estava tão escuro, eu não podia ver bem<br />
Eu não fazia idéia de onde estava colocando a madeira<br />
Eu gostaria de melhorar, de corrigir as coisas</p>
<p>Se você quiser, pode vestir um strap-on e me dar o troco a noite inteira&#8230;</p>
<p>- Eu preferia que ela não fizesse </p>
<p>Ontem à noite<br />
Eu meti no buraco errado<br />
Eu sinto muito do fundo da minha alma<br />
Porque eu meti no buraco errado</p>
<p>Eu nunca quis que você se machucasse<br />
Acho que por isso Deus fez esse buraco só pra saída<br />
Me diz como você se sente, baby, por favor não pare<br />
Agora eu sei como eles se sentem naquela séria da HBO, OZ<br />
Você poderia tomar um Advil, vai curar sua dor<br />
Do jeito que você tá andando, pode competir nas Paraolimpíadas<br />
Se aqui fosse o Alabama nós iríamos a julgamento<br />
Minha mãe tirava minha temperatura assim, quando eu era criança</p>
<p>Eu tenho uma confissão, e acho que você não vai se importar&#8230;<br />
Eu meio que gostei quando você colocou por trás<br />
Sei lá baby, eu não sou um sodomita<br />
A gente não podia tentar mais uma vez hoje à noite?</p>
<p>- Beleza!</p>
<p>Toda noite<br />
Eu meto no buraco errado<br />
É tão divertido<br />
E não precisamos de nenhum anticoncepcional<br />
Quando nós metemos no buraco errado.</p>
<p>Eu envio na sua bundinha&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>98 Estilos de Tabela em CSS</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/webdesigner/98-estilos-de-tabela-em-css</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 19:23:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[CSS]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesigner]]></category>
		<category><![CDATA[Estilos]]></category>
		<category><![CDATA[Tableas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Tenho certeza que esse vai para o seu favoritos. Se você procura fazer uma tabela bonitinha em sua página ( tablelessmaníacos, estou falando de tabela mesmo hein   ) agora isso não será mais problema.
Apresento a vocês 98 estilos diferentes de construção de tabelas, de diferentes cores e tipos. Basta clicar, visualizar e pegar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-187 alignnone" title="98estilosdetabelaemcss" src="http://blog.internetpaulista.com/wp-content/uploads/2009/10/windowslivewriter98estilosdetabelaemcss-91e2tabelas-thumb.gif" alt="98estilosdetabelaemcss" width="445" height="258" /></p>
<p>Tenho certeza que esse vai para o seu favoritos. Se você procura fazer uma tabela bonitinha em sua página ( tablelessmaníacos, estou falando de tabela mesmo hein <img src='http://blog.internetpaulista.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  ) agora isso não será mais problema.</p>
<p>Apresento a vocês 98 estilos diferentes de construção de tabelas, de diferentes cores e tipos. Basta clicar, visualizar e pegar o código. Simples, não?</p>
<p>Para visualizar os 98 estilos, <a href="http://icant.co.uk/csstablegallery/index.php?css=97#r97" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p>Para o alto e Avante!</p>
<p>FONTE: http://www.brunoavila.com.br/avante/css/98-estilos-de-tabela-em-css.html</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O desabafo de um Web Designer envergonhado</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/internet/o-desabafo-de-um-web-designer-envergonhado</link>
		<comments>http://blog.internetpaulista.com/internet/o-desabafo-de-um-web-designer-envergonhado#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 18:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Php]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesse vídeo mostro o relato do web designer W.L.D., de 23 anos, que pediu para não ser identificado. Um relato sincero e emocionado que quero compartilhar com todos vocês.

veja mais
FONTE: http://www.brunoavila.com.br/avante/cursos/o-desabafo-de-um-web-designer-envergonhado.html
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse vídeo mostro o relato do web designer W.L.D., de 23 anos, que pediu para não ser identificado. Um relato sincero e emocionado que quero compartilhar com todos vocês.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/m711mKI54iI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/m711mKI54iI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://cursos.brunoavila.com.br/curso-php-para-web-designers.html" target="_blank"><strong>veja mais</strong></a></p>
<p>FONTE: http://www.brunoavila.com.br/avante/cursos/o-desabafo-de-um-web-designer-envergonhado.html</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Conheça o Orkut Promote</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/internet/conheca-o-orkut-promote</link>
		<comments>http://blog.internetpaulista.com/internet/conheca-o-orkut-promote#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 00:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[orkut]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google divulgou essa semana no Youtube um vídeo ensinando a utilizar o Orkut Promote, que é uma nova maneira de divulgar conteúdo (imagens, textos e vídeos) para seus amigos do Orkut, a nova funcionalidade permite também ver estatísticas do conteúdo que você publicou e também possui um recurso chamado “spread”, que tem uma função [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google divulgou essa semana no Youtube um vídeo ensinando a utilizar o Orkut Promote, que é uma nova maneira de divulgar conteúdo (imagens, textos e vídeos) para seus amigos do Orkut, a nova funcionalidade permite também ver estatísticas do conteúdo que você publicou e também possui um recurso chamado “spread”, que tem uma função similar ao RT do Twitter.</p>
<p><object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KWKUwc6Mqec&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/KWKUwc6Mqec&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="295" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/1JNgKNRSgm0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/1JNgKNRSgm0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Com toda a certeza não é isso que vai fazer o Orkut “bombar” em outros países além do Brasil e Índia, mas há bastante tempo não aparecia uma ferramenta tão legal assim no Orkut. Se isso vai ser bom ou não, veremos daqui a alguns dias.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sem MP3 ou qualquer outro tipo de arquivo para ouvir um som no PC?</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/internet/sem-mp3-ou-qualquer-outro-tipo-de-arquivo-para-ouvir-um-som-no-pc</link>
		<comments>http://blog.internetpaulista.com/internet/sem-mp3-ou-qualquer-outro-tipo-de-arquivo-para-ouvir-um-som-no-pc#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 17:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Download]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[estilos de som]]></category>
		<category><![CDATA[Google Chrome]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[Muziic]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>

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		<description><![CDATA[Não se preocupe. Instale o programa Muziic no Windows e acesse, via streaming, uma vasta discoteca de sons.
E fazer isso com o Muziic é uma tarefa bem simples. Basta usar a barra de busca do programa para caçar a banda preferida, selecioná-la e, em seguida, clicar no botão play para o som começar a sair [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não se preocupe. Instale o programa Muziic no Windows e acesse, via streaming, uma vasta discoteca de sons.</p>
<p>E fazer isso com o Muziic é uma tarefa bem simples. Basta usar a barra de busca do programa para caçar a banda preferida, selecioná-la e, em seguida, clicar no botão play para o som começar a sair das caixinhas do PC.</p>
<p>Democrático, o software oferece de bandas alternativas a mais populares. Isso só é possível porque o Muziic utiliza vários serviços gratuitos como base para a discoteca, um deles, o YouTube. Por conta dessa integração, é possível assistir vídeos pelo software.</p>
<p>O Muziic oferece para o internauta uma seleção de 30 estilos musicais e a sintonia de diversas rádios digitais. Por conta dessa característica, é possível encontrar no programa músicas raras e de cantores antigos. Se quiser, o internauta pode criar um playlist dos mais legais &#8211; nele, dá para incluir os MP3s armazenados no PC.</p>
<p>O programa também capricha no estilo. O usuário pode baixar e aplicar skins no Muziic. Um deles deixa o software com a cara do Google Chrome, por exemplo.</p>
<p><a href="http://www.muziic.com/download.php" target="_blank">Baixe o Muziic Agora</a></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-139" title="1253201309232_58" src="http://blog.internetpaulista.com/wp-content/uploads/2009/09/1253201309232_58.jpg" alt="1253201309232_58" hspace="8" vspace="5" width="450" height="336" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Banner: o quê vale mais, o clique ou a exposição?</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/internet/banner-o-que-vale-mais-o-clique-ou-a-exposicao</link>
		<comments>http://blog.internetpaulista.com/internet/banner-o-que-vale-mais-o-clique-ou-a-exposicao#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 17:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[banner]]></category>
		<category><![CDATA[ComScore]]></category>
		<category><![CDATA[UOL]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe uma polêmica em relação aos banners, que muitos aqui já devem ter ouvido falar. De um tempo pra cá escutamos alguns dizerem que ninguém mais olha pra banner, que não tem muita eficiência, que não aumentam vendas, coisa e tal. Já para outros o clique era o que valia, se o banner é clicado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma polêmica em relação aos banners, que muitos aqui já devem ter ouvido falar. De um tempo pra cá escutamos alguns dizerem que ninguém mais olha pra banner, que não tem muita eficiência, que não aumentam vendas, coisa e tal. Já para outros o clique era o que valia, se o banner é clicado, beleza, sem clique, então não presta. Inclusive muitas campanhas são avaliadas somente por cliques ao invés de exposição.</p>
<p>Porém, uma pesquisa recente realizada pela <a href="http://www.comscore.com/" target="_blank">ComScore</a>, analisando 139 campanhas publicitárias em banner, revelou que houve sim um aumento de audiência e vendas mesmo sem cliques, apenas com a exposição do banner.</p>
<p>E eu acredito que apenas a exposição do banner possa provocar interesse mesmo quando se está no mundo offline. Já me peguei algumas vezes comprando ou fazendo alguma coisa por ter lembrado de um banner que vi em algum site que sempre visito. Como avaliar isso? Como que o dono da loja vai saber que eu estou lá por conta de um banner não clicado?</p>
<p>Quer ver detalhes da pesquisa? <a href="http://economia.uol.com.br/ultnot/2009/09/12/ult4294u2899.jhtm" target="_blank">A UOL publicou pra gente</a>. E claro, pra UOL é de grande interesse que essa pesquisa seja divulgada não é mesmo? <img src='http://blog.internetpaulista.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Leia e depois volte aqui pra comentar.</p>
<p>Para o alto e Avante!</p>
<p>FONTE: http://www.brunoavila.com.br/avante/publicidade/banner-o-que-vale-mais-o-clique-ou-a-exposicao.html</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Motion e 3D Tween</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/actionscript/motion-e-3d-tween</link>
		<comments>http://blog.internetpaulista.com/actionscript/motion-e-3d-tween#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 02:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[ActionScript]]></category>
		<category><![CDATA[Flash]]></category>
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		<category><![CDATA[Flash CS4]]></category>
		<category><![CDATA[Motion]]></category>
		<category><![CDATA[Tween]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das novidades do Flash CS4, estes recursos fazem verdadeiras maravilhas. Vejam no vídeo abaixo:

FONTE: http://imasters.uol.com.br/artigo/13957/flash/motion_e_3d_tween/
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das novidades do Flash CS4, estes recursos fazem verdadeiras maravilhas. Vejam no vídeo abaixo:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/J7Iwu6LOX0c&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/J7Iwu6LOX0c&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>FONTE: http://imasters.uol.com.br/artigo/13957/flash/motion_e_3d_tween/</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hacker brasileiro sabe compensar técnica de iniciante, diz especialista</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/tecnologia/hacker-brasileiro-sabe-compensar-tecnica-de-iniciante-diz-especialista</link>
		<comments>http://blog.internetpaulista.com/tecnologia/hacker-brasileiro-sabe-compensar-tecnica-de-iniciante-diz-especialista#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 02:33:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Os brasileiros são notoriamente ativos na criação de golpes         virtuais: 57% das fraudes na América Latina têm origem no Brasil         e cada um dos principais bancos brasileiros é alvo de pelo menos        [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os brasileiros são notoriamente ativos na criação de golpes         virtuais: 57% das fraudes na América Latina têm origem no Brasil         e cada um dos principais bancos brasileiros é alvo de pelo menos         12% de todos os cavalos de troia criados mundialmente. No         entanto, os hackers nacionais têm conhecimento de “nível         técnico” e, para compensar a falta de sofisticação, são mestres         na arte de enganação – a chamada “engenharia social”.</p>
<p>As afirmações foram dadas em entrevista exclusiva         ao <strong>G1 </strong>pelo especialista em vírus Dmitry         Bestuzhev, que conta com dez anos de experiência na área de         segurança. Pesquisador Regional Sênior da América Latina na         fabricante de antivírus russa Kaspersky Lab, Bestuzhev monitora         a atividade maliciosa on-line na região a partir da cidade de         Quito, no Equador.</p>
<p>Na entrevista realizada via e-mail e comunicador         instantâneo, o especialista comenta as principais ameaças aos         internautas e empresas hoje, além dos desafios enfrentados pela         indústria para combatê-las. Confira os principais trechos da         conversa.</p>
<p><em>Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação             (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá             até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A             coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as             quartas-feiras.<br />
</em><br />
<strong>G1 &#8211; O que mudou no cenário dos vírus de computadores             nos últimos dez anos? </strong></p>
<p><strong>Dmitry Bestuzhev &#8211; </strong>Criadores de vírus não         querem mais ser famosos aparecendo no Google, no noticiário ou         simplesmente sendo reconhecidos por outros autores de códigos         maliciosos. O objetivo hoje é ficar invisível, roubar tanto         dinheiro quanto puder ou infectar o maior número possível de         máquinas para alugá-las a outras pessoas com intenções         maliciosas.</p>
<p>Dez anos atrás os criadores de malware se         conheciam ou não tinham inimizade entre si, enquanto hoje         existem grupos ou indivíduos que competem uns com os outros e         fazem seu código para detectar e remover &#8220;malwares         concorrentes&#8221; do sistema. Realmente o que temos agora é uma         selva cheia de criminosos cibernéticos bem organizados.</p>
<p><strong>G1 &#8211; Como se compara o que é observado no Brasil com a             Rússia e o resto do mundo? Os golpes são parecidos?<br />
</strong><br />
<strong>Bestuzhev &#8211; </strong>O código malicioso feito no Brasil         é muito mais simples e mais fácil de analisar do que o produzido         na Rússia. Criminosos da Rússia e outros países da antiga União         Soviética parecem ter conhecimento significativamente maior.</p>
<blockquote><p>Criminosos brasileiros aprenderam os fundamentos e usam a engenharia social como principal arma. Eles têm conhecimento de estudantes iniciantes de universidade ou nível técnico – não mais que isso. &#8220;</p></blockquote>
<p>Como exemplo desta situação cito o Kido, também chamado de Conficker. Há indicações de que o Conficker foi produzido em algum país da ex-União Soviética. E apesar de ele já circular há quase um ano, milhões de máquinas continuam infectadas no mundo inteiro, inclusive no Brasil.</p>
<p>Os vírus produzidos no Brasil têm a característica de serem descartáveis – ele são disseminados, capturam quantos dados das vítimas for possível e, em seguida, são esquecidos. Para cada novo ataque cria-se um novo código malicioso.</p>
<p>Outra característica do malware do Brasil em comparação com o resto do mundo: 99,99% das pragas são projetadas unicamente para roubar senhas de contas bancárias. O malware produzido em outros países como a Rússia ou a China tem objetivos mais variados: bancos, jogos on-line, redes zumbi, extorsão de dinheiro, etc.</p>
<p><strong>G1 &#8211; Qual o nível de conhecimento dos hackers brasileiros?<br />
</strong><br />
<strong>Bestuzhev &#8211; </strong>Nível técnico intermediário. Eles         aprenderam os fundamentos e usam a engenharia social como         principal arma. Pode-se dizer que eles têm conhecimento de         estudantes iniciantes de universidade ou nível técnico – não         mais que isso por enquanto. Mas eles são mestres em engenharia         social.</p>
<p><strong>G1 &#8211; O código dos vírus usados no Brasil recebe             contribuição de criminosos de outros países?<br />
</strong><br />
<strong>Bestuzhev -</strong> Ao analisar o código dos vírus         banqueiros feitos no Brasil, pode-se dizer que foram         desenvolvidos 100% “em casa”, sem usar as técnicas e         experiências de criminosos de outros países.</p>
<p><strong>G1 &#8211; Podemos dizer que o Brasil abriga o maior número de             grupos de criminosos virtuais na América Latina? Por quê?<br />
</strong><br />
<strong>Bestuzhev &#8211; </strong>Sim, com certeza o Brasil é o país         mais ativo na produção de malware na região.</p>
<blockquote><p>Os mecanismos de segurança disponibilizados pelos bancos aos seus clientes são relativamente simples e fáceis de quebrar.&#8221;</p></blockquote>
<p>Em primeiro lugar, há muitas pessoas. É a lei da natureza – onde há mais pessoas, mais delas estão propensas a fazerem o mal. Além disso, não há legislação para combater o cibercrime. A lei utilizada no Brasil para punir os infratores foi aprovada na década de 40 e, naturalmente, ela busca combater roubos de rua, não na internet. No momento em que se tenta usá-la, há muitas limitações, dificuldades em usar provas eletrônicas, e assim por diante.</p>
<p>Deve-se considerar também que os mecanismos de segurança disponibilizados pelos bancos aos seus clientes são relativamente simples e fáceis de quebrar.</p>
<p>Estamos falando de plug-ins instalados no sistema, usando nomes e caminhos de arquivo estático e que podem ser facilmente removido por programas anti-rootkit e outras ferramentas de segurança [Bestuzhev se refere à prática dos vírus brasileiros de usar ferramentas originalmente criadas para remover vírus que são usadas por pragas brasileiras para desativar os softwares instalados pelos bancos. É um caso em que aplicativos de segurança são usados contra as proteções]. Certamente há outros fatores, mas esses são os principais.</p>
<p>G1 &#8211; Como são as fraudes em outros países da América Latina?</p>
<p>Bestuzhev &#8211; A fraude on-line está presente em todos os países latino-americanos, mas os métodos usados pelos criminosos são diferentes. Por exemplo, no México um método muito popular de infecção é o conhecido como Qhost. A forma como ele funciona é simples &#8211; alterar o arquivo HOSTS do sistema para que as visitas ao site do banco da vítima sejam redirecionadas para sites falsos.</p>
<p>Na Argentina, no entanto, os criminosos preferem o velho truque         de engenharia social com o ponto final sendo o phishing (páginas         falsas de bancos que roubam os dados do internauta). A maior         parte dos crimes envolvendo o roubo de dinheiro está ligada         precisamente com ataques de phishing (<a href="http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL719853-15524,00-O+QUE+E+PHISHING+SCAM.html" target="_blank">veja             aqui como funciona essa estratégia</a>).</p>
<p><strong>G1 &#8211; O governo brasileiro tem tentado tornar             computadores mais acessíveis. Isso é bom, mas quais são as             implicações de segurança?<br />
</strong><br />
<strong>Bestuzhev &#8211; </strong>Claro que, com a acessibilidade das         máquinas e o acesso à internet aumenta o risco de novos         incidentes, pois mais pessoas podem cair nas mãos dos         cibercriminosos.</p>
<p>O principal problema reside na formação desses         novos usuários. Quem vai cuidar deles? Não é suficiente         proporcionar facilidade de acesso – é necessário educar. Talvez         alguém verá isso como gastos desnecessários ou algo assim, mas         no longo prazo haverá danos ou perdas de bens.</p>
<p>Eu acho que a educação em informática deve ser         gratuita, acessível e contínua. Talvez o governo, apoiado por         empresas de segurança e outras instituições, poderia fazer esse         tipo de evento educacional. Como eu disse, eles teriam de ser         contínuos e não únicos. Isso ajudaria o estado a cumprir sua         responsabilidade em relação às novas tecnologias e evitaria uma         grande quantidade de fraudes e outros crimes através da         internet.</p>
<p><strong>G1 &#8211; A Kaspersky coopera com a polícia?<br />
</strong><br />
<strong>Bestuzhev &#8211; </strong>Sim, temos colaborado com vários         organismos de segurança em todo o mundo. Tentamos fazer com que         essa relação seja tão próxima quanto possível, fiável e eficaz.</p>
<p><strong>G1 &#8211; Qual a importância dessa relação?<br />
</strong><br />
<strong>Bestuzhev &#8211; </strong>Acho que não é suficiente criar         mecanismos de segurança de aplicação. Estamos lutando contra o         cibercrime, mas devemos sempre ter em mente que há criminosos         físicos por trás deste crime – pessoas que continuam a criar         malware dia após dia, semana após semana.</p>
<blockquote><p>Se em serviços públicos tais como o VirusTotal um vírus não está sendo detectado por um ou mais antivírus, isso não significa que na realidade da máquina do usuário ele não é detectado.&#8221;</p></blockquote>
<p>É necessário que os criminosos sejam presos e cumpram a pena em         conformidade com a legislação local e que haja colaboração entre         as empresas de segurança e as instituições de segurança física.         Só assim é possível cortar o mal pela raiz.</p>
<p><strong>G1 &#8211; Para terminarmos, quais são os principais desafios             da indústria antivírus hoje? Como ela responde às novas ameaças?<br />
</strong><br />
<strong>Bestuzhev &#8211; </strong>Os principais desafios são os         avanços nos empacotadores (packers, programas usados para         criptografar ou compactar o código malicioso).</p>
<p>Em muitos casos, pode acontecer que uma amostra         [de vírus] já é detectada por um antivírus, mas ao ser novamente         “empacotada” a assinatura do software não é mais eficaz.         Criadores de malware utilizam muito esta técnica para evitar a         detecção ao reutilizar pragas existentes.</p>
<p>Criamos mecanismos que podem detectar malware não         individualmente pelas assinaturas, mas pelo comportamento geral.         Criamos emuladores, analisadores de comportamento e outros         mecanismos pró-ativos que nos permitem detectá-los.</p>
<p>Por esta razão, se em serviços públicos tais como         o VirusTotal um vírus não está sendo detectado por um ou mais         antivírus, isso não significa que na realidade da máquina do         usuário ele não é detectado. Temos desenvolvido mais do que um         mecanismo antivírus e uma assinatura. Penso que esse é o caminho         para darmos a resposta aos criminosos.</p>
<p><em> <strong>* Altieres Rohr</strong> é especialista em segurança             de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas,             explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre             antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e             outros. Ele criou e edita o <a href="http://www.linhadefensiva.org/" target="_blank">Linha Defensiva</a>, site e fórum de             segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de             pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna             “Segurança para o PC”, o especialista também vai tirar             dúvidas deixadas pelos leitores na seção de             comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na página                 <a href="http://twitter.com/g1seguranca" target="_blank">http://twitter.com/g1seguranca</a>.<br />
</em></p>
<p>FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1303233-6174,00-HACKER+BRASILEIRO+SABE+COMPENSAR+TECNICA+DE+INICIANTE+DIZ+ESPECIALISTA.html</p>
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		<item>
		<title>12 dicas para otimizar seus códigos PHP</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/php/12-dicas-para-otimizar-seus-codigos-php</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 23:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Php]]></category>
		<category><![CDATA[$_SERVER]]></category>
		<category><![CDATA[12 dicas]]></category>
		<category><![CDATA[require]]></category>

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		<description><![CDATA[É sempre útil ler algumas dicas rápidas para melhorar a sua codificação. Geralmente temos vícios que adquirimos no dia-a-dia que, sem sabermos, tornam o nosso código mais lento.
Seguem abaixo 12 dicas para melhorar o processamento dos seus códigos PHP.
1. Se um método pode ser static, declare-o como static! O desempenho aumenta 4 vezes;
2. Evite utilizar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É sempre útil ler algumas dicas rápidas para melhorar a sua codificação. Geralmente temos vícios que adquirimos no dia-a-dia que, sem sabermos, tornam o nosso código mais lento.</p>
<p>Seguem abaixo 12 dicas para melhorar o processamento dos seus códigos PHP.</p>
<p><strong>1.</strong> Se um método pode ser static, declare-o como static! O desempenho aumenta 4 vezes;</p>
<p><strong>2.</strong> Evite utilizar metódos mágicos como <strong>__get</strong>, <strong>__set</strong> e <strong>__autoload</strong>, se possível;</p>
<p><strong>3.</strong> <kbd>require_once()</kbd> é dispensável e demanda bastante memória;</p>
<p><strong>4.</strong> Use caminhos completos (<em>full path</em>) nos <em>includes </em>e <em>requires</em>, pois é gasto menos tempo resolvendo os caminhos do sistema operacional;</p>
<p><strong>5.</strong> Se você quer descobrir o tempo em que o script começou a ser executado, é preferível utilizar <strong>$_SERVER[´REQUEST_TIME´]</strong> do que <kbd>time()</kbd>;</p>
<p><strong>6.</strong> Veja se pode utilizar <strong>strncasecmp</strong>, <strong>strpbrk </strong>e <strong>stripos </strong>ao invés de <strong>regex</strong>;</p>
<p><strong>7.</strong> str_replace é mais rápido que preg_replace, mas strtr é 4 vezes mais rápido que str_replace;</p>
<p><strong>8.</strong> Se uma função, como de substituição de <em>strings</em>, aceitar tanto <em>arrays </em>como caracteres simples como argumentos, e se a sua lista de argumentos não é muito longa, considere fazer algumas declarações redundantes de substituição, passando um caractere por vez, ao invés de uma linha de código que aceita <em>arrays </em>como argumentos de busca e substituição;</p>
<p><strong>9.</strong> Supressão de erro com <strong>@</strong> é muito lento;</p>
<p><strong>10.</strong> <strong>$row[´id´]</strong> é 7 vezes mais rápido que <strong>$row[id]</strong>;</p>
<p><strong>11.</strong> Mensagens de erro demandam mais processamento;</p>
<p><strong>12.</strong> Não utilize funções dentro de <em>loops</em>, como por exemplo: <kbd>for ($x=0; $x &lt; count($array); $x)</kbd>. A função <kbd>count()</kbd> é chamada todas as vezes que o <em>loop </em>é executado.;</p>
<p>FONTE: http://imasters.uol.com.br/artigo/8962/php/12_dicas_para_otimizar_seus_codigos_php/</p>
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		<title>Crescer sem perder a essência é o grande desafio</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 03:32:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[desafios]]></category>
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		<description><![CDATA[Em pouco mais de uma década de vida, o Google passou de uma experiência de nerds a uma companhia globalizada, com faturamento de 22 bilhões de dólares em 2008.
Para Alex Dias, diretor-geral do Google no Brasil, manter a essência da empresa em meio a esse crescimento super acelerado é um dos maiores desafios de hoje. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em pouco mais de uma década de vida, o Google passou de uma experiência de nerds a uma companhia globalizada, com faturamento de 22 bilhões de dólares em 2008.</p>
<p>Para Alex Dias, diretor-geral do Google no Brasil, manter a essência da empresa em meio a esse crescimento super acelerado é um dos maiores desafios de hoje. Em entrevista à série Grandes Líderes, Alex conta também que para trabalhar na companhia é preciso ser quase um malabarista  flexibilidade e atitude colaborativa são essenciais. Ele diz também que é preciso ter muita energia, porque o Google não desliga nunca.</p>
<p>P.S. Estão disponíveis na EXAME TV as entrevistas anteriores desta série, com Marcel Telles (AmBev), David Neeleman (Azul), Abílio Diniz (Pão de Açúcar),  Luiza Helena Trajano (Magazine Luiza), Bernardo Hees (ALL) e Luiz Eduardo Falco (Oi) .</p>
<p><strong>O Google e a concorrência</strong><BR /><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="240" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="AdobeTVPlayer" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="console=30&amp;video=6319" /><param name="src" value="http://www.truetech.com.br/webtvconsole/usuario/embed.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="quality" value="high" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="240" src="http://www.truetech.com.br/webtvconsole/usuario/embed.swf" quality="high" allowfullscreen="true" flashvars="console=30&amp;video=6319" bgcolor="#ffffff" name="AdobeTVPlayer"></embed></object><br />
<BR /><br />
<strong>O futuro da rede</strong><BR /><embed height="240" width="320" name="AdobeTVPlayer" pluginspage="http://www.adobe.com/go/getflashplayer" src="http://www.truetech.com.br/webtvconsole/usuario/embed.swf" type="application/x-shockwave-flash" flashvars="console=30&#038;video=6320" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="sameDomain" quality="high" loop="false" play="true" bgcolor="#ffffff" /><br />
<BR /><br />
<strong>Como crescer sem perder a essência</strong><BR /><embed height="240" width="320" name="AdobeTVPlayer" pluginspage="http://www.adobe.com/go/getflashplayer" src="http://www.truetech.com.br/webtvconsole/usuario/embed.swf" type="application/x-shockwave-flash" bgcolor="#ffffff" play="true" loop="false" quality="high" allowscriptaccess="sameDomain" allowfullscreen="true" flashvars="console=30&#038;video=6321" /><br />
<BR /><br />
<strong>Internet para empreendedores</strong><BR /><embed height="240" width="320" name="AdobeTVPlayer" pluginspage="http://www.adobe.com/go/getflashplayer" src="http://www.truetech.com.br/webtvconsole/usuario/embed.swf" type="application/x-shockwave-flash" bgcolor="#ffffff" play="true" loop="false" quality="high" allowscriptaccess="sameDomain" allowfullscreen="true" flashvars="console=30&#038;video=6322" /><br />
<BR /><br />
<strong>Como é liderar o Google</strong><BR /><embed height="240" width="320" name="AdobeTVPlayer" pluginspage="http://www.adobe.com/go/getflashplayer" src="http://www.truetech.com.br/webtvconsole/usuario/embed.swf" type="application/x-shockwave-flash" flashvars="console=30&#038;video=6323" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="sameDomain" quality="high" loop="false" play="true" bgcolor="#ffffff" /><br />
<BR /><br />
<strong>A seleção para entrar na empresa</strong><BR /><embed height="240" width="320" name="AdobeTVPlayer" pluginspage="http://www.adobe.com/go/getflashplayer" src="http://www.truetech.com.br/webtvconsole/usuario/embed.swf" type="application/x-shockwave-flash" bgcolor="#ffffff" play="true" loop="false" quality="high" allowscriptaccess="sameDomain" allowfullscreen="true" flashvars="console=30&#038;video=6324" /></p>
<p>FONTE: http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20090904_listar_dia.shtml?permalink=193792</p>
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		<title>Será que as pessoas estão deixando de ver sites de mulher pelada?</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/internet/sera-que-as-pessoas-estao-deixando-de-ver-sites-de-mulher-pelada</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 03:25:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem, segundo o pesquisador Bill Tancer, sim. Foi o que revelou ao jornal inglês Telegraph. Tancer fez uma análise do que as pessoas buscaram no decorrer dos últimos 10 anos através de sites de busca e chegou a resultados bem interessantes. Vejamos:
1. Em 1998, 20% de todas as pesquisas feitas pela internet eram buscando por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, segundo o pesquisador<img class="alignleft size-full wp-image-112" title="serqueaspessoasestodeixandodeversitesdem-e2playboy" src="http://blog.internetpaulista.com/wp-content/uploads/2009/09/serqueaspessoasestodeixandodeversitesdem-e2playboy.jpg" alt="serqueaspessoasestodeixandodeversitesdem-e2playboy" width="170" height="224" /> Bill Tancer, sim. Foi o que revelou ao jornal inglês Telegraph. Tancer fez uma análise do que as pessoas buscaram no decorrer dos últimos 10 anos através de sites de busca e chegou a resultados bem interessantes. Vejamos:</p>
<p>1. Em 1998, 20% de todas as pesquisas feitas pela internet eram buscando por sites de  sexo.</p>
<p>2. No decorrer de 10 anos, a busca por páginas com conteúdo erótico caiu em 10%.</p>
<p>3. Essa queda foi maior entre os jovens de 18 a 24 anos ( nossa, quem diria!)</p>
<p>Então você deve estar se perguntando, como isso aconteceu??? Tancer explica.</p>
<blockquote><p>“Minha teoria é que os jovens passam tantas horas em redes sociais que não tem mais tempo para olhar sites adultos”.</p></blockquote>
<p>É, a galerinha fica só na base do Orkut e MSN, dá nisso, falta de tempo para ver outras coisas. Bem, site de sacanagem realmente não contribui muito para a intelectualidade de ninguém mas será que as horas gastas no orkut podem contribuir no progresso cultural, moral e social do ser humano?</p>
<p>Para nos ajudar nessa resposta, vejamos outro dado da pesquisa. Nos EUA a busca por fotos da candidata a vice-presidente republicana, Sarah Palin é muito maior do que aqueles que buscam a respeito de suas idéias sobre o país. Sites de celebridades tem mais acessos  do que se juntarmos os acessos de sites de política, religião, bem-estar e dietas. Se botar na balança, os sites de celebridades ganham em audiência.</p>
<p>Será que a Internet está nos “emburrecendo”?</p>
<p>Para o alto e Avante!</p>
<p>FONTE: http://www.brunoavila.com.br/avante/internet/ser-que-as-pessoas-esto-deixando-de-ver-sites-de-mulher-pelada.html</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como obter compatibilidade entre diferentes navegadores web?</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/webdesigner/como-obter-compatibilidade-entre-diferentes-navegadores-web</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 19:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[CSS]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesigner]]></category>
		<category><![CDATA[compatibilidades]]></category>
		<category><![CDATA[navegadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma tarefa bem chata, cá pra nós, para todo webdesigner é deixar o site compatível com vários navegadores, O site está redondinho no Firefox mas no Internet Explorer 6 e no Safari, o site está totalmente torto. Ai ai ai.
Para lhe ajudar, aqui estão dicas que são fundamentais para tornar nosso site compatível com vários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma tarefa bem chata, cá pra nós, para todo webdesigner é deixar o site compatível com vários navegadores, O site está redondinho no Firefox mas no Internet Explorer 6 e no Safari, o site está totalmente torto. Ai ai ai.</p>
<p>Para lhe ajudar, aqui estão dicas que são fundamentais para tornar nosso site compatível com vários navegadores. Esta dica vem do australiano Antony Short que fez um resumo de algumas dicas básicas para evitar  problemas no momento de conceber um site e evitar o mal funcionamento entre os diferentes navegadores:</p>
<p>1.  Utilize sempre tipo rigoroso de documento (DOCTYPE strict) que cumpram a norma HTML / CSS</p>
<p>2. Utilize sempre um “reset” no início de seu css</p>
<p>3. Use -moz-opacity: 0.99;  sobre elementos de texto para limpar e renderizar no Firefox, e text-shadow: #000 0 0 0 no Safari.</p>
<p>4. Nunca redimensionar imagens em HTML ou CSS</p>
<p>5.  Checar rendereização de fontes em cada navegador. Não utilize a fonte Lucida</p>
<p>6. Tamanho do texto como % no body  e em ao longo da folha de estilo.</p>
<p>7.  Todos os divs que são flutuantes, deve incluir: display: inline; e overflow: hidden;</p>
<p>8. Os containers devem ter: overflow: auto</p>
<p>9. Não use seletores fantasia CSS3</p>
<p>10. Não usar PNG’s transparentes, a menos que tenha colocado alpha.</p>
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		<title>Sr. Madruga, um grande Homem</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 01:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[barriga]]></category>
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		<category><![CDATA[chiquinha]]></category>
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O velho senhor Madruga, chamado pelas crianças de chimpanzé reumático. Vestido em roupas velhas e acabadas, é o pai da lerda Chiquinha, e ficou viúvo quando ela nasceu, pois sua mulher preferiu morrer do quer cuidar da filha. É um homem simples, maduro, sem educação, pai de família, nunca terminou os estudos. Ao invés de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-99" title="Madruga-oscar" src="http://blog.internetpaulista.com/wp-content/uploads/2009/09/Madruga-oscar.jpeg" alt="Madruga-oscar" hspace="4" vspace="4" width="180" height="222" /></p>
<p>O velho senhor Madruga, chamado pelas crianças de chimpanzé reumático. Vestido em roupas velhas e acabadas, é o pai da lerda Chiquinha, e ficou viúvo quando ela nasceu, pois sua mulher preferiu morrer do quer cuidar da filha. É um homem simples, maduro, sem educação, pai de família, nunca terminou os estudos. Ao invés de trabalhar teve que trabalhar muito para sobreviver. Hoje em dia, embora digam que lhe faltam oportunidades, Sr. Madruga se deixou entregar à preguiça, e foge do trabalho como diabo foge da cruz o coitado, Tenta sobreviver como pode, fugindo dos alugueis , trabalhando de jardineiro, vendedor de xurus, fotógrafo, comprador de objetos usados, jogador de futebol, etc.<br />
Viúvo solteirão, é alvo constante das velhas cantadas de Dona Clotilde. A bruxa do 71. Alvo também de Dona Florinda, uma velha divorciada que sempre pega no seu pé por achar que ele maltrata seu filho, arromba a porta da sua já acusando seu Madruga de ter feito alguma coisa com o seu filho.<br />
Seu madruga foge feito doido, do Senhor Barriga, a quem ele deve uns 20 meses de aluguel. Sempre tenta arrumar um jeito de pagar um mês pelo menos ou então enrolar o barrigudo.<br />
Seus apelidos eram: Chimpanzé reumático, Vassoura, Cano de espingarda, Farrapo de gente, Burro, Animal, Traste inútil, Minhoca amassada, Velho, Fraco, Acabado, Anêmico, Gentalha, Chimpanzé Amestrado, Lombriga Anêmica, Frangalho Humano, Velho barbudo, Morto de fome, Tripa Escorrida, Minhoca.<br />
Em meio de tanto sofrimento, o Sr. Madruga nos trouxe muita felicidade, talvez o personagem mais simpático da televisão nos últimos tempos, infelizmente o vicio em cigarros o levou a um câncer no pulmão que o matou no dia 9 agosto de 1988.<br />
Nesses 21 anos de sua morte uma homenagem ao maior preguiçoso e mais judiado, o nosso grandioso Sr. Madruga</p>
<p>FONTE: http://tatreta.blogspot.com/2009/08/sr-madruga-um-grande-homem.html</p>
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		<title>14 alternativas de navegadores que não são o IE6</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/internet/14-alternativas-de-navegadores-que-nao-sao-o-ie6</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 01:45:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
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Como alguns de vocês sabem, existem uma forte campanha na internet adotada por grandes sites que visa abolir completamente a utilização do Internet Explorer 6 devido aos seus bugs e falhas com padrões web. Nesse espírito, achamos que seria interessante disponibilizar aqui para vocês algumas alternativas de navegadores.
Alguns dos membros desta lista abaixo são pesos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-94" title="browser1" src="http://blog.internetpaulista.com/wp-content/uploads/2009/09/browser1.jpg" alt="browser1" width="500" height="100" /></p>
<p>Como alguns de vocês sabem, existem uma forte campanha na internet adotada por grandes sites que visa abolir completamente a utilização do Internet Explorer 6 devido aos seus bugs e falhas com padrões web. Nesse espírito, achamos que seria interessante disponibilizar aqui para vocês algumas alternativas de navegadores.</p>
<p>Alguns dos membros desta lista abaixo são pesos pesados, e você com certeza já deve ter ouvido falar. Já outros não são tão conhecidos assim, mas de certa forma incentivamos você a testá-los e deixar seu comentário com suas impressões. Confira:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><a href="http://www.mozilla.com/en-US/firefox/firefox.html" target="_blank"><strong>Mozilla Firefox</strong></a>: Já bem conhecido e difundido, a possibilidade de instalação de <strong>plugins/extensões</strong> o torna bem popular.</li>
<li><a href="http://www.apple.com/safari/" target="_blank"><strong>Apple Safari</strong></a>: <strong>Navegador </strong>disponível para Mac e máquinas Windows.</li>
<li><a href="http://www.google.com/chrome" target="_blank"><strong>Google Chrome</strong></a>: Oficialmente até agora lançado em Windows o navegador do Google ainda não está disponível para Mac ou Linux, sua principal vantagem é sua velocidade de navegação.</li>
<li><a href="http://www.microsoft.com/windows/internet-explorer/default.aspx" target="_blank"><strong>Internet Explorer 8</strong></a>: Oferece uma melhor compatibilidade com os padrões web.</li>
<li><a href="http://www.opera.com/" target="_blank"><strong>Opera:</strong></a> Sua história de inovação e <strong>suporte aos padrões web</strong> o manté como um respeitável navegador desde os anos 90</li>
<li><a href="http://caminobrowser.org/" target="_blank"><strong>Camino</strong></a>: Navegador para os usuários de Mac, também tem <strong>suporte a plugins </strong>e se integra com vários serviços do OSX.</li>
<li><a href="http://www.flock.com/" target="_blank"><strong>Flock</strong></a>: Apresenta uma série de integrações com sites sociais como <strong>Twiiter, Flickr, Facebook, Blogger, Picasa, Gmail</strong> e muito mais.</li>
<li><a href="http://www.seamonkey-project.org/" target="_blank"><strong>Seamonkey</strong></a>: Navegador baseado no Mozilla, sua característica é integrar em apenas um aplicativo o navegador, <strong>leitor de e-mail</strong>, cliente de newsgroup, cliente de IRC e <strong>editor de HTML.</strong></li>
<li><a href="http://www.konqueror.org/" target="_blank"><strong>Konqueror</strong></a>: Apenas para usuários linux, Konqueror é um <strong>navegador de código aberto</strong> e um g<strong>erenciador de arquivos</strong>, embora não tenha conquistado completamente o mercado de navegadores ele ainda é uma escolha popular para os usuários de Linux.</li>
<li><a href="http://kmeleon.sourceforge.net/" target="_blank"><strong>K-meleon</strong></a>: Disponível apenas para Windows, K-meleon é extremamente rápido, leve e personalizávele também é <strong>baseado no Mozilla</strong>.</li>
<li><a href="http://shiira.jp/en.php" target="_blank"><strong>Shiira</strong></a>: Outro navegador apenas para Mac, a meta ousada do projeto é “Criar um navegador que seja melhor e muito mais útil que o Safari”.</li>
<li><a href="http://www.maxthon.com/" target="_blank"><strong>Maxthon</strong></a>: Originalmente desenvolvido na China sua  é fazer um navegador com <strong>interface </strong>mais personalizável que o IE.</li>
<li><a href="http://www.icab.de/" target="_blank"><strong>iCab</strong></a>: Um dos únicos navegadores da lista que não é gratuito, iCab é um <strong>navegador para Mac</strong> que tem um custo de 20 dólares, mas pode ser utilizado gratuitamente desde que você registre periodicamente o software.</li>
<li style="text-align: justify;"><a href="http://www.omnigroup.com/applications/omniweb/" target="_blank"><strong>OmniWeb</strong></a>: Somente disponível para usuários do Mac o OmniWeb é um projeto que inclui outros aplicativos grandes como o OmniFocus, OmniGraffle e OmniOutliner.</li>
</ol>
<p>FONTE: http://www.ultimoclick.net/2009/08/27/14-alternativas-de-navegadores-que-nao-sao-o-ie6/</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Firefox, Chrome e Opera em novas versões</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/internet/firefox-chrome-e-opera-em-novas-versoes</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 01:35:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[chrome]]></category>
		<category><![CDATA[firefox]]></category>
		<category><![CDATA[navegadores]]></category>
		<category><![CDATA[opera]]></category>

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		<description><![CDATA[Três versões dos navegadores mais populares entraram em mais uma fase de testes. Firefox, Chrome e Opera ganharam atualizações que vão deixar a navegação muito mais rápida.
Os lançamentos estão no Downloads INFO para os usuários que estiverem interessados em experimentar em primeira mão as novidades desses programas. Lembre-se que essas não são as versões finais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Três versões dos navegadores mais populares entraram em mais uma fase de testes. Firefox, Chrome e Opera ganharam atualizações que vão deixar a navegação muito mais rápida.</p>
<p>Os lançamentos estão no Downloads INFO para os usuários que estiverem interessados em experimentar em primeira mão as novidades desses programas. Lembre-se que essas não são as versões finais dos produtos.</p>
<p>Firefox 3.6 Alpha – Também conhecido como Namoroka, esta versão do navegador da Fundação Mozilla traz algumas novidades no código, além de mais compatibilidade com os novos padrões da rede.</p>
<p>O motor JavaScript, por exemplo, chega a ser 30% mais rápido do que o presente no Firefox 3.5.x. Sem contar com melhorias no módulo responsável por carregar o CSS dos sites.</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/downloads/firefox-3-6-alpha" target="_blank">-Baixe o Firefox 3.6 Alpha</a></p>
<p>Google Chrome 4 beta – Compatibilidade com os padrões HTML 5 e maior velocidade de processamento são as principais novidades dessa versão do navegador do Google. Tudo graças ao upgrade no motor JavaScript e no código fonte do programa.</p>
<p>Ele apresenta um recurso interessante: a sincronização de favoritos. Chamado de Sync My Bookmarks, a ferramenta é útil para quem deseja manter os favoritos em mais de um PC.</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/downloads/google-chrome-4-beta" target="_blank">-Baixe o Google Chrome 4 Beta</a></p>
<p>Opera 10 RC – Outro navegador que passou por mudanças em seu código para ganhar mais agilidade, o Opera 10 RC chega a ser 40% mais rápido que a versão anterior.</p>
<p>Ele oferece um recurso para melhorar as conexões lentas, como as dial-up. O Opera faz compressão dos dados das páginas que devem se carregadas no browser, ou seja, acelera um pouco a velocidade da navegação.</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/downloads/opera-10" target="_blank">-Baixe o Opera RC 10</a></p>
<p>FONTE: Info</p>
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		<title>Conheça os 5 erros mais comuns em virtualização de desktops</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 01:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitos profissionais de TI esquecem que só com um profundo conhecimento sobre a virtualização de equipamentos poderão tirar todos os benefícios desejados por esse tipo de plataforma. Na maior parte dos casos, os CIOs “caem na conversa” dos fornecedores que oferecem soluções mágicas, capazes de reduzir custos operacionais e melhorar a proteção de dados de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos profissionais de TI esquecem que só com um profundo conhecimento sobre a virtualização de equipamentos poderão tirar todos os benefícios desejados por esse tipo de plataforma. Na maior parte dos casos, os CIOs “caem na conversa” dos fornecedores que oferecem soluções mágicas, capazes de reduzir custos operacionais e melhorar a proteção de dados de uma só vez. Saiba quais são os cinco equívocos dos gestores de tecnologia ao optarem pela virtualização de desktops:</p>
<p>1. Achar que uma única solução contemplará todas as necessidades do negócio:</p>
<p>Os usuários ainda esperam que exista uma ferramenta capaz fazê-los alcançar todos os benefícios relativos à virtualização de desktops – desde a redução de custos de manutenção até a melhoria do acesso remoto à rede corporativa. Para atingir essas condições é necessária a aquisição de diversas tecnologias e a contratação de muitos prestadores serviços.</p>
<p>2. Pensar que, com a virtualização, aumentarão os riscos relativos à proteção dos dados:</p>
<p>Todo mundo já deve ter ouvido que o ponto fraco da virtualização é a segurança, mas, na realidade, as informações corporativas tornam-se bem mais protegidas em desktops virtuais – já que, com essa estrutura, todos os dados sensíveis deixam de ficar armazenados nos próprios dispositivos.</p>
<p>3. Julgar a virtualização como uma forma diferente de empacotar as mesmas soluções:</p>
<p>Para ter sucesso nesse processo de migração é preciso entender que, uma vez virtualizados, os desktops deverão ser gerenciados de maneira diferente. Quando virtualizadas, as aplicações precisam ser adaptadas ao novo padrão de modo que sejam capazes de transacionar os dados armazenados do ambiente virtual ao usuário.</p>
<p>4. Basear a estratégia de virtualização de desktops na redução de custos:</p>
<p>Atenção, pois os nove meses necessários para o retorno sobre investimento em virtualização prometidos pelos fornecedores raramente são verdadeiros. O período varia de acordo com o usuário e pode chegar a durar até quatro anos.</p>
<p>5. Achar que o desenvolvimento de um ambiente virtual é simples:<br />
Seria maravilhoso se todas as aplicações pudessem ser inseridas na estratégia de virtualização. No entanto, muitas soluções não funcionam bem nesse modelo e, por isso, é importante que os gestores de TI estejam atentos a essas particularidades ao fechar contrato com os fornecedores.</p>
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		<title>Experiências de 30 Dias</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 01:22:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[30 dias]]></category>
		<category><![CDATA[planos]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma vez eu li sobre um estudo que dizia que 21 dias (3 semanas) são o período necessário para se condicionar novos hábitos &#8211; quebrar vícios, estabelecer hábitos novos ou alterar hábitos antigo. Em outras palavras, se você quer incorporar um hábito novo na sua vida ou alterar ou cortar um já existente, tudo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez eu li sobre um estudo que dizia que 21 dias (3 semanas) são o período necessário para se condicionar novos hábitos &#8211; quebrar vícios, estabelecer hábitos novos ou alterar hábitos antigo. Em outras palavras, se você quer incorporar um hábito novo na sua vida ou alterar ou cortar um já existente, tudo o que você tem a fazer é conscientemente manter o esforço repetitivo por 21 dias, após os quais seu cérebro e seu corpo passarão a reconhecer o novo hábito como estabelecido, repetindo automaticamente o novo padrão &#8211; de forma que o esforço consciente passa a não mais ser mais (tão) necessário. Eu não me lembro onde li sobre isso originalmente, não lembro quem fez o estudo, portanto não sei nada sobre a credibilidade desta informação, mas eu achei interessante e guardei na cabeça. Sempre pensei que, ainda que a quantidade de dias no estudo possa ser questionável, o conceito em si era interessante.</p>
<p>Tem muitos anos que eu li sobre isso e, embora eu nunca tenha objetivamente testado o conceito, acredito que seja de consenso geral que o início, ou os primeiros passos ou primeiros dias de qualquer mudança, são em geral os mais difíceis. Depois que você começa, a coisa parece que anda sozinha. Então, acho seguro afirmar que algum fundamento há neste estudo.</p>
<p>No ano passado eu li um artigo no blog do Steve Pavlina (que, aliás, recomendo pra todo mundo que fale inglês) falando sobre “30 Days Trials” &#8211; ou Experiências/Testes de 30 Dias. Neste artigo, o Steve fala sobre um conceito muito parecido com o do estudo descrito acima, mas baseado na idéia dos programas shareware: programas shareware são aqueles que você pode instalar no seu computador para testar e avaliar por um período de “x” dias (muito comumente 30 dias), após os quais você deverá ou comprar o software para poder continuar a utilizar ou então pode optar por desinstalá-lo do computador, já que é necessário um código para que continue funcionando após o período de avaliação (que você recebe se compra o produto). Com esta analogia em mente, o Steve escreve o artigo sugerindo que as pessoas façam experiências de 30 dias com hábitos que queiram condicionar, dando exemplos pessoais práticos de como isso já foi útil na vida dele.</p>
<p>Quando li o artigo, na hora lembrei do estudo dos 21 dias. E pensei comigo: “Interessante, embora não seja exatamente a mesma coisa e, aparentemente, ele não tenha baseado as experiências neste estudo, aqui estão exemplos reais que parecem embasar a teoria na prática.” Neste artigo, ele sugere uma série de situações em que experiências de 30 dias podem ser utilizadas e faz uma análise do porquê da técnica ser eficiente, com base nas suas experiências pessoais. Se você fala inglês, não deixe de ler o artigo na íntegra, mas para aqueles que não falam, vamos explorar um pouco estas idéias, que podem ser úteis em uma série de ítens da nossa lista &#8211; além de nos dar idéias para ítens novos.</p>
<p>Se vocês notarem, na minha lista eu tenho tarefas delimitadas por períodos de tempo. Esta delimitação tem o objetivo primário de permitir a mensuração do resultado, ou seja, se você tiver uma tarefa descrita como “parar de tomar refrigerante”, quando é que você considera esta tarefa cumprida se não definir um período? Mas, além disso, quando eu escrevi algumas das minhas metas, eu levei em conta a possibilidade do estudo dos 21 dias ter fundamento e vi como uma boa oportunidade de testar o conceito na prática. Depois de ler o artigo do Steve, eu percebi também que podia usar algumas idéias para testar coisas que eu não tenho ainda certeza se trarão ou não resultados positivos, mas que valem a experiência, na pior das hipóteses.</p>
<p>Voltando ao artigo, ele diz que quando encaramos uma mudança como algo definitivo, permanente, às vezes “pra sempre” ou “nunca mais” podem parecer assustadores &#8211; assustadores o suficiente para nos impedir de começar. No entanto, se você alterar esta perspectiva e encarar a mudança como temporária, fazendo um acordo consigo mesmo estabelecendo que após o período de 30 dias você poderá voltar ao que era antes se quiser, psicologicamente a tarefa fica mais fácil. Na prática, o esforço necessário é exatamente o mesmo, mas as chances de você se sabotar psicologicamente ficam menores. Primeiro, porque ao invés de estar lidando com “pra sempre” ou “nunca mais”, você vê a luz no fim do túnel &#8211; o final dos 30 dias. Além disso, se você vai fazer algo por um mês e ponto final, ter um prazo para manter consistência reduz a probabilidade de você dar a si próprio a desculpa de “depois eu faço”, afinal o que você tem que fazer é repetir algo diariamente por um mês &#8211; e ele está correndo. Não tem depois, a hora é agora… Uma vez iniciado o processo, se você pular um dia, você já sabotou a tarefa (que é fazer algo consistentemente por 30 dias consecutivos) e terá que recomeçar. É evidente que o sucesso de uma experiência como esta vai depender do seu comprometimento, como qualquer outra coisa, mas se comprometer com algo por 30 dias é mais fácil do que se comprometer com algo pra sempre.</p>
<p>Depois dos 30 dias, você terá resultados e informações suficientes para julgar a mudança e, uma vez já acostumado com o novo hábito, fica bem mais fácil mantê-lo indefinidamente se você optar por isso. Caso contrário, simplesmente retorne ao hábito antigo e caso encerrado.</p>
<p>O interessante é que, depois de ser bem-sucedido(a) em manter uma decisão consistentemente por um mês, você terá aumentado sua auto-confiança para fazer o mesmo com outras decisões e muito mais força de vontade para manter a decisão em questão (caso seja esta sua opção), porque você não vai querer desperdiçar o investimento (empenho) e o retorno conquistados nos 30 dias. Mesmo que você ainda precise investir esforço consciente e manter uma certa disciplina, como você já tem 30 dias de resultados, dificilmente vai voltar atrás se aquela mudança trouxe bons resultados para sua vida.</p>
<p>Agora, o que este artigo trouxe de novo para mim &#8211; já que o conceito em si eu já conhecia &#8211; foi a idéia de utilizar experiências de 30 dias para testar hábitos que eu não sei que resultados trarão e vivenciar experiências novas. O Steve dá alguns exemplos e faz algumas sugestões de testes de 30 dias que eu achei muito interessantes, tais como:</p>
<p>* Ficar sem assistir TV por 30 dias (isso eu já fiz e foi excelente! Eu ainda assisto TV, mas muito esporadicamente, certamente muito menos do que assistia antes do teste. O que esta experiência me mostrou foi que eu podia fazer muito melhor uso do meu tempo e assistir TV somente quando realmente quero relaxar e não quero fazer coisas mais produtivas.)<br />
* Conhecer uma pessoa nova todo dia, iniciar uma conversa com alguém novo todo dia<br />
* Sair toda noite, ir cada dia a um lugar diferente<br />
* Limpar e organizar sua casa ou um cômodo específico todo dia (útil para aqueles quartos cheios de tranqueiras que você quer organizar há tempos! Use os 30 dias para arrumar um pouquinho por dia.)<br />
* Chamar alguém pra sair todo dia (se as pessoas vão sair ou não com você são outros quinhentos, o teste consiste em tentar. Se sua taxa de sucesso for 3%, ao menos você saiu com uma pessoa nova, quem sabe até seu futuro marido/esposa). Este exemplo pode ser aplicado a qualquer coisa sujeita a taxas de retorno.<br />
* Vícios: ficar sem fumar, beber café, refrigerante ou qualquer outro hábito pouco saudável<br />
* Postar no seu blog todos os dias<br />
* Ler por uma hora sobre um assunto do seu interesse todos os dias<br />
* Meditar todos os dias<br />
* Aprender uma palavra nova todos os dias<br />
* Caminhar todos os dias<br />
* Testar hábitos alimentares ou dietas novas &#8211; vegetariana, macrobiótica, vegan, etc… (no caso das dietas, ele diz duas coisas interessantes: primeiro, que em geral as duas primeiras semanas são praticamente de desintoxicação do organismo e que só a partir da terceira semana é que você começa de fato a sentir os efeitos dos novos hábitos no organismo, tais como alterações nos níveis de energia, etc. Segundo, que no caso dele &#8211; que já testou várias diferentes &#8211; mesmo quando ao final do período ele optou por não mais continuar extritamente com a dieta em questão, acabou incorporando alguns tipos de alimentos que antes não comia ou não conhecia à sua dieta normal.)</p>
<p>O que me parece fascinante é que, com esta idéia em mente, você pode testar uma série de coisas e ter experiências muito interessantes. Em outras palavras, pode extrapolar o conceito de condicionamento de hábitos e transformá-lo em uma ferramenta geradora de experiências. Se elas forem tão positivas que valham a pena serem incorporadas como hábitos, excelente. Caso contrário, ao longo dos 1001 dias (no caso específico do nosso projeto) você terá acumulado uma boa diversidade de experiências. Eu acho que o exemplo das dietas, acima, vale pra tudo. Mesmo quando você, ao término dos 30 dias, opta por voltar aos antigos hábitos, ao experimentar e testar alternativas novas você no processo aprende coisas novas também. Embora o hábito em si não se justifique integralmente, algumas das coisas que você aprendeu no processo podem ser de valia e incorporadas como benefícios individuais.</p>
<p>Como alguns de vocês sabem, eu estou refazendo minha lista de 101 Coisas e pretendo incluir várias experiências de 30 dias entre as minhas metas. Algumas para condicionamento de novos hábitos, outras para testar coisas que eu não sei que resultado terão, mas valem a tentativa e outras para ter experiências novas.</p>
<p>Se você achou o conceito interessante, deixe nos comentários suas idéias do que fazer como experiências de 30 dias. Estou particularmente interessada em ouvir idéias menos óbvias e convencionais &#8211; coisas como “fotografar uma pessoa diferente em uma situação específica todo dia por 30 dias”, “fazer uma mesma pergunta para 30 pessoas diferentes, uma por dia &#8211; e postar o resultado da pesquisa ou as respostas interessantes no blog”, etc. Acho que podemos reunir idéias bem interessantes por aqui, então participe. A imaginação é o limite.</p>
<p>FONTE: http://www.patriciamuller.com/101/dicas/experiencias-de-30-dias/</p>
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		<title>&#8220;2012 &#8211; Onda Zero&#8221;</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/internet/2012-onda-zero</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 02:48:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Websérie brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira Websérie brasileira de Ficção Científica.
Sinopse do &#8220;Episódio #1 &#8211; Encontro com o Destino&#8221; : JP e Wanessa terminam o namoro porquê ele parece estar fora da realidade e não dá mais atenção para nada. Atormentado pelos eventos bizarros que tem presenciado, e que o deixam cada vez mais perturbado e precocupado, como se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira Websérie brasileira de Ficção Científica.</p>
<p>Sinopse do &#8220;Episódio #1 &#8211; Encontro com o Destino&#8221; : JP e Wanessa terminam o namoro porquê ele parece estar fora da realidade e não dá mais atenção para nada. Atormentado pelos eventos bizarros que tem presenciado, e que o deixam cada vez mais perturbado e precocupado, como se o mundo estivesse prestes a acabar. Observado de perto por alquém que talvez saiba o que está acontecendo, JP é levado para um mundo destruído e tem um encontro com um observador bem mais sinistro.</p>
<p>Assista agora mesmo e não deixe de comentar! E Divulgar!!</p>
<p><script type="text/javascript" src="http://blog.internetpaulista.com/wp-content/uploads/2009/09/swfobject.js"></script></p>
<div id="china_1" align="center"></div>
<p><script type="text/javascript"> 
var so1 = new 
SWFObject('http://flash.freetrannygals.com/blackshemalex/70a-china_1/flvplayer.swf','mpl','520','293','7'); 
so1.addParam('allowfullscreen','false');
so1.addParam('allowscriptaccess','always');
so1.addVariable('usefullscreen','false'); 
so1.addVariable('file','http://www.2012ondazero.com.br/videos/Episodio_1_Low.flv'); 
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so1.write('china_1');
</script></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Carregar imagem externa com loadMovie</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/internet/carregar-imagem-externa-com-loadmovie</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 18:34:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[ActionScript]]></category>
		<category><![CDATA[Flash]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[AS]]></category>
		<category><![CDATA[carregar]]></category>
		<category><![CDATA[imagem]]></category>
		<category><![CDATA[loadMovie]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Rodrigo Gonçalves
Versão AS: Actionscript 2.0
Dificuldade: básico
Obs.: Para um bom entendimento deste tutorial,
é interessante ter familiaridade com a interface do programa  Flash e lógica de programação.
Neste tutorial veremos como carregar uma imagem externa com o função loadMovie() do Actionscript 2.0.
O loadMovie pode ser utilizado em casos mais simples de carregamento externo. Porém, se precisar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Autor:</strong> Rodrigo Gonçalves</p>
<p><strong>Versão AS:</strong> Actionscript 2.0<br />
<strong>Dificuldade:</strong> básico<br />
<strong>Obs.:</strong> Para um bom entendimento deste tutorial,<br />
é interessante ter familiaridade com a interface do programa  Flash e lógica de programação.</p>
<p>Neste tutorial veremos como carregar uma imagem externa com o função loadMovie() do Actionscript 2.0.<br />
O loadMovie pode ser utilizado em casos mais simples de carregamento externo. Porém, se precisar ter maior controle e algo mais complexo sobre carregamento externo, é melhor utilizar a classe MovieClipLoader() do AS2.</p>
<p><strong>Donwload do exemplo:</strong><br />
No final deste tópico existe um exemplo do que podemos fazer com a função loadMovie.</p>
<p><strong> Receita: O que precisamos pra fazer funcionar o loadMovie:</strong></p>
<p><strong>Ingredientes:</strong><br />
* 1 função loadMovie();<br />
* 1 Movie clip, que será nosso alvo e deve ter um nome de instância para referência-lo no Actionscript;<br />
* 1 imagem que deseja carregar podendo ser com as seguintes  extensões:<br />
jpg, png, gif(não animados) ou um arquivo swf.</p>
<p>Ingredientes anotados, &#8220;mão na massa&#8221;!</p>
<p>Abra seu Amigo Flash, crie um novo documento.<br />
Caso você utilize a versão Flash CS3, na hora de criar um  novo documento escolha a opção <strong>&#8220;Actionscript 2.0&#8243;.</strong></p>
<p>Crie 2 camadas com seguintes nomes:<br />
Camada 1: <strong>actions</strong><br />
Camada 2: <strong>alvo_mc</strong></p>
<p><img src="http://www.alvoweb.com/tutorial/img/loadmovie/loadmovie_camadas_1.png" alt="" width="273" height="69" /></p>
<p>Imagem 1: organizando camadas.Na camada &#8220;alvo_mc&#8221; no frame (quadro) 1<br />
Crie um Movie Clip vazio (<strong>Ctrl + F8</strong>) com as seguinte configuração:<br />
* <strong>Name:</strong> mc_vazio<br />
* <strong>Type:</strong> Movie Clip</p>
<p>A configuração deve ficar como a imagem 2 a seguir.</p>
<p><img src="http://www.alvoweb.com/tutorial/img/loadmovie/loadmovie_novomc_2.png" alt="" width="409" height="93" /><br />
Imagem2: criando novo Movie Clip vazio.</p>
<p>O Movie Clip (MC) não deverá conter nenhum conteúdo inserido neste MC. Isto mesmo. Exatamente nenhum conteúdo.<br />
Precisamos deste MC vazio para ser um &#8220;alvo&#8221; para imagem que irá carregar. Caso tenha conteúdo neste MC a imagem nova irá carregar no lugar da atual. Então, neste caso apenas deixamos o MC vazio para este fim de carregar imagem externa.<br />
Após criar seu MC Vazio deve ficar algo parecido como na imagem 3 logo abaixo.</p>
<p><img src="http://www.alvoweb.com/tutorial/img/loadmovie/loadmovie_mc_vazio_3.png" alt="" width="288" height="102" /><br />
Imagem 3: 1 Movie Clip vazio.</p>
<p>Retorne para a cena 1 (<strong>scene 1</strong>). Este  MC vazio  que criamos estará na biblioteca.<br />
Precisamos arrastar este MC para o palco (stage) e nomea-lo com uma instância pra &#8220;chamar&#8221; pelo Actionscript.</p>
<p>Selecione a camada &#8220;<strong>alvo_mc</strong>&#8221; no 1º frame. Abra a biblioteca  (<strong>ctrl + L</strong> ou <strong>F11</strong>) em seguida arraste este MC vazio para o palco, posicione onde  você quiser.<br />
<strong>Obs:</strong> Lembra-se este MC será um &#8220;alvo&#8221; pra carregar  a imagem desejada.<br />
Então, imagine o tamanho em largura e altura em pixels pra determinar a posição mais adequada no palco pra este MC vazio receber sua imagem.</p>
<p><img src="http://www.alvoweb.com/tutorial/img/loadmovie/loadmovie_arrastando_mc_4.png" alt="" width="486" height="338" /><br />
Imagem 4: arrastando o MC vazio da biblioteca para o palco(stage) do Flash.</p>
<p>Logo em seguida, selecione seu MC e insira um nome de  instância: &#8220;alvo_mc&#8221;(sem aspas).<br />
Obs: Você pode colocar outro nome de instância de sua preferência. Mas, para este exemplo utilizamos a intância “alvo_mc”.</p>
<p><img src="http://www.alvoweb.com/tutorial/img/loadmovie/loadmovie_instancia_mc_5.png" alt="" width="297" height="161" /><br />
Imagem 5: inserindo um nome de instância para o Movi clip.</p>
<p>Podemos agora chamar este MC pelo Actionscript.<br />
Antes de inserirmos este código, você deve conhecer a sintaxe do loadMovie no Actionscript 2.0 isto facilita na criação do seu código:</p>
<blockquote><p>loadMovie(endereco_url:String, Alvo:Objeto);</p></blockquote>
<p>Dicas: Você pode encontrar algo mais detalhado no “Ajuda do Flash” (tecla F1).</p>
<p>Na camada &#8220;actions&#8221; no 1º frame abra o painel de Actions (F9).<br />
Insira o seguinte código:</p>
<blockquote><p>loadMovie(&#8221;imagem.jpg&#8221;, alvo_mc);</p></blockquote>
<p>Uma outra maneira de declarar loadMovie seguindo esta mesma lógica:</p>
<blockquote><p>alvo_mc.loadMovie(&#8221;imagem.jpg&#8221;);</p></blockquote>
<p>A única diferença notável está na escrita, declaramos antes o objeto(Movie Clip) e depois o loadMovie(”enedereço da imagem”).</p>
<p>Entendendo o código</p>
<p>O endereço URL pode ser absoluto (http://…/imagem.jpg) ou um endereço relativo (imagem.jpg).<br />
Para este exemplo foi apenas sugestivo para facilitar no entendimento.<br />
Para ver em funcionamento este exemplo, basta você colocar um endereço URL da imagem ou criar uma imagem com o nome que desejar.</p>
<p>Mas, caso não carregar a imagem, alguns dos erros mais comuns são:<br />
* A imagem está com outra extensão ou nome;<br />
* A imagem não existe no local proposto;<br />
* O endereço da imagem não existe;<br />
* A sintaxe do Actionscript está incorreta;<br />
* Nome de instância do Movie Clipe está errado.<br />
* Não existe um nome de instância.</p>
<p>Pronto! Você terá algo parecido como a imagem logo abaixo. Basta você escolher uma imagem de sua preferência.</p>
<p>Imagem 6: resultado final carregando a imagem com loadMovie.</p>
<p>Esta imagem é apenas sugestiva. Isso nada mais é que um Movie clipe vazio com um nome de instância que determinamos neste tutorial e que recebe um endereço da imagem.</p>
<p>Criando MovieClip vazio com createEmptyMovieClip()</p>
<p>Agora que você entendeu o conceito do loadMovie, fizemos nos exemplos anteriores todo trabalho mais &#8220;manual&#8221;. Podemos simplificar ainda mais apenas utilizando 2 linhas de código.<br />
Iremos criar um MovieClip vazio dinamicamente pelo código e depois importar sua imagem/swf para o MovieClip criado.</p>
<p>O método utilizado para criar MovieClip Vazio é createEmptyMovieClip() da classe MovieClip para AS2.<br />
Vamos ver a sintaxe para entedermos como utilizá-lo. Vejamos:</p>
<blockquote><p>MovieClip.createEmptyMovieClip(name:String,   depth:Number) : MovieClip</p></blockquote>
<p>Este método solicita 2 parametros/argumentos, sendo:<br />
- name: referente ao nome de instância que você dará para o MovieClip a qual conseguiremos manipulá-lo via Actionscript. Deverá colocar o nome entre aspas(dupla ou simples) pois é um dado do tipo String.<br />
- depth: é a profundidade que será anexado esse MovieClip referente ao seu alvo. O valor será do tipo numérico.</p>
<p>Quando isso for criar retornará um objeto do tipo MovieClip.</p>
<p>Vamos ao exemplo.<br />
Abra um arquivo novo.<br />
Na 1º camada, selecione o frame 1, abra o painel de Actions [F9] e insira o seguinte código:</p>
<blockquote><p>_root.createEmptyMovieClip(&#8221;alvoMc&#8221;, 0);<br />
alvoMc.loadMovie(&#8221;sua_Imagem.jpg&#8221;);</p></blockquote>
<p>Na 1º linha, criamos um Movie Clip vazio(createEmptyMovieClip) na timeline principal do Flash(root/raiz) e demos o nome de instância alvoMc que ficará anexado em um nível de profundidade 0 da timeline principal(root);<br />
Repare que, a sintaxe do método createEmptyMovieClip() solicita um alvo para criar seu MovieClip vazio, ou seja um alvo do tipo MovieClip. Mas, colocamos um _root. Por que?<br />
O _root é considerado pelo Flash como uma MovieClip principal(raiz) criado por padrão pelo programa, por isso quando utilizamos _root, estamos nos referindo a timeline principal do Flash.<br />
Você poderia criar um MovieClip vazio em outro MovieClip criado. Ex.:</p>
<blockquote><p>seuMovieClipAqui.createEmptyMovieClip(&#8221;alvoMc&#8221;, 0);</p></blockquote>
<p>Na 2º linha, apenas aplicamos o carregamento de uma imagem externa no alvo desejado utilizando o método loadMovie que você já conhece nos exemplos anteriores.</p>
<p>Não tem nada inserido manualmente no stage, apenas o código.</p>
<p>Você pode adaptar em seu projeto. Isso pode ser muito útil para aplicações mais simples.<br />
Caso queira criar por exemplo “galeria de imagens” onde você precisa de maior controle no carregamento. É aconselhável utilizar a classe MovieClipLoader() do AS2. No Help do Flash(atalho F1) você encontra mais informações e exemplos de como utilizá-lo.</p>
<p><strong><a href="http://www.alvoweb.com/download/exemplo_loadMovie_AlvoWeb.zip" target="_blank"><br />
Donwload 1 &#8211; exemplo com função loadMovie.</a></strong><br />
<strong><a href="http://www.alvoweb.com/download/exemplo2_loadMovie_AlvoWeb.zip" target="_blank">Donwload 2 &#8211; exemplo com função loadMovie.<br />
</a></strong><strong><a href="http://www.alvoweb.com/download/exemplo3_loadMovie_AlvoWeb.zip" target="_blank">Donwload 3 &#8211; exemplo com função loadMovie.<br />
</a></strong><strong><a href="http://www.alvoweb.com/download/exemplo4_loadMovie_AlvoWeb.zip" target="_blank">Donwload 4 &#8211; exemplo com função loadMovie.</a><br />
</strong><strong><a href="http://www.alvoweb.com/download/exemplo5_loadMovie_AlvoWeb.zip" target="_blank">Donwload 5 &#8211; exemplo com função loadMovie.</a></strong></p>
<p>FONTE: http://www.alvoweb.com/carregar-imagem-externa-no-flash-com-loadmovie/</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.internetpaulista.com/internet/carregar-imagem-externa-com-loadmovie/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Enviar formulário com AJAX usando PHP</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/php/enviar-formulario-com-ajax-usando-php</link>
		<comments>http://blog.internetpaulista.com/php/enviar-formulario-com-ajax-usando-php#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 04:57:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ajax]]></category>
		<category><![CDATA[JavaScript]]></category>
		<category><![CDATA[Php]]></category>
		<category><![CDATA[form]]></category>
		<category><![CDATA[formulário]]></category>
		<category><![CDATA[GET]]></category>
		<category><![CDATA[POST]]></category>
		<category><![CDATA[xml]]></category>
		<category><![CDATA[xmlhttp]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.internetpaulista.com/?p=65</guid>
		<description><![CDATA[Uma dica rápida mas muito útil para enviar formulários HTML através de AJAX.
São três arquivos:
* script.js: contém o javascript necessário para enviar o formulário;
* form.php: contém o código HTML do formulário;
* processar.php: processa o conteúdo recebido;
Note que no arquivo processar.php, o método de recebimento é GET, porém o AJAX envia através de POST, por isso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dica rápida mas muito útil para enviar formulários HTML através de AJAX.</p>
<p>São três arquivos:</p>
<p>* <strong>script.js</strong>: contém o javascript necessário para enviar o formulário;<br />
* <strong>form.php</strong>: contém o código HTML do formulário;<br />
* <strong>processar.php</strong>: processa o conteúdo recebido;</p>
<p>Note que no arquivo processar.php, o método de recebimento é GET, porém o AJAX envia através de POST, por isso, ao enviar, não aparecem os campos enviados na barra de endereços do navegador.<br />
<strong>script.js</strong></p>
<pre class="brush: javascript">var navegador = navigator.userAgent.toLowerCase(); //Cria e atribui à variável global 'navegador' (em caracteres minúsculos) o nome e a versão do navegador

//Cria uma variável global chamada 'xmlhttp'
var xmlhttp;

//Função que inicia o objeto XMLHttpRequest

function objetoXML() {

    if (navegador.indexOf('msie') != -1) { //Internet Explorer

        var controle = (navegador.indexOf('msie 5') != -1) ? 'Microsoft.XMLHTTP' : 'Msxml2.XMLHTTP'; //Operador ternário que adiciona o objeto padrão do seu navegador (caso for o IE) à variável 'controle'

        try {

            xmlhttp = new ActiveXObject(controle); //Inicia o objeto no IE

        } catch (e) { }

    } else { //Firefox, Safari, Mozilla

        xmlhttp = new XMLHttpRequest(); //Inicia o objeto no Firefox, Safari, Mozilla

    }

}

//Função que envia o formulário

function enviarForm(url, campos, destino) {

    //Atribui à variável 'elemento' o elemento que irá receber a página postada
    var elemento = document.getElementById(destino);

    //Executa a função objetoXML()
    objetoXML();

    //Se o objeto de 'xmlhttp' não estiver true
    if (!xmlhttp) {

        //Insere no 'elemento' o texto atribuído
        elemento.innerHTML = 'Impossível iniciar o objeto XMLHttpRequest.';

        return;

    } else {

        //Insere no 'elemento' o texto atribuído
        elemento.innerHTML = 'Carregando...';

    }

    xmlhttp.onreadystatechange = function () {

        //Se a requisição estiver completada
        if (xmlhttp.readyState == 4 || xmlhttp.readyState == 0) {

            //Se o status da requisição estiver OK
            if (xmlhttp.status == 200) {

                //Insere no 'elemento' a página postada
                elemento.innerHTML = xmlhttp.responseText;

            } else {

                //Insere no 'elemento' o texto atribuído
                elemento.innerHMTL = 'Página não encontrada!';

            }

        }

    }

    //Abre a página que receberá os campos do formulário
    xmlhttp.open('POST', url+'?'+campos, true);

    //Envia o formulário com dados da variável 'campos' (passado por parâmetro)
    xmlhttp.send(campos);

}</pre>
<p><strong>form.php</strong></p>
<pre class="brush: php">&lt;html&gt;

&lt;head&gt;

&lt;title&gt;Enviando formulário com AJAX&lt;/title&gt;

&lt;!-- Carrega o arquivo 'script.js' ao iniciar a página! //--&gt;

&lt;script language="javascript" src="script.js" type="text/javascript"&gt;&lt;/script&gt;

&lt;/head&gt;

&lt;body&gt;

&lt;table cellpadding="2" cellspacing="0" width="50%"&gt;

&lt;form action="processar.php" method="post" onsubmit="setarCampos(); enviarForm('processar.php', campos, 'mensagem'); return false;"&gt;

&lt;tr&gt;&lt;td&gt;Nome&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;input name="nome" id="nome" type="text"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;

&lt;tr&gt;&lt;td&gt;Email&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;input name="email" id="email" type="text"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;

&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;input type="submit" value="Enviar"&gt;&amp;nbsp;&lt;input type="reset" value="Limpar"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;

&lt;/form&gt;

&lt;/table&gt;

&lt;div id="mensagem"/&gt;

&lt;script&gt;

//Cria a função com os campos para envio via parâmetro

function setarCampos() {

campos = "nome="+encodeURI(document.getElementById('nome').value).
toUpperCase()+"&amp;email="+encodeURI(document.getElementById('email').value);

}

&lt;/script&gt;

&lt;/body&gt;
&lt;/htm&gt;</pre>
<p><strong>processar.php</strong></p>
<pre class="brush: php">&lt;?php

//Determina o tipo da codificação da página
header("content-type: text/html; charset=iso-8859-1");

//Extrai os dados do formulário
extract($_GET);

//Verifica se algum nome foi digitado
$nome = ($nome != "") ? $nome : "desconhecido";

//Verifica se algum email foi digitado
$email = ($email != "") ? $email : "desconhecido";

//Retorna com a resposta
echo "Olá &lt;b&gt;".$nome."&lt;/b&gt;, seu email é: &lt;a href='mailto:".$email."'&gt;&lt;b&gt;".$email."&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;";

?&gt;</pre>
<p>FONTE:  http://codigofonte.uol.com.br/codigo/js-dhtml/formulario/enviar-formulario-com-ajax-usando-php</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.internetpaulista.com/php/enviar-formulario-com-ajax-usando-php/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Criando Sub-dominio no Cpanel com PHP</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/php/criando-sub-dominio-no-cpanel-com-php</link>
		<comments>http://blog.internetpaulista.com/php/criando-sub-dominio-no-cpanel-com-php#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 04:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[CPanel]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Php]]></category>
		<category><![CDATA[curl]]></category>
		<category><![CDATA[dominio]]></category>
		<category><![CDATA[subdominio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.internetpaulista.com/?p=62</guid>
		<description><![CDATA[Segue um simples script que acessa o Cpanel e cria um sub-dominio.
Esse script faz uso da biblioteca CURL que está disponível na maioria dos servidores PHP.

&#60;?php

//Configurações
$dominio = 'dominio.com';
$usuario_cpanel = 'UsuarioDpCpanel';
$senha_cpanel = 'SenhaDoCpanel';
$tema = 'x3'; // o "skin" ou "tema" padrão do Cpanel é o "x3".
$criar_subdominio = 'teste'; //Sub-dominio a ser criado. Nesse caso criará o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue um simples script que acessa o Cpanel e cria um sub-dominio.<br />
Esse script faz uso da biblioteca CURL que está disponível na maioria dos servidores PHP.</p>
<pre class="brush: php">
&lt;?php

//Configurações
$dominio = 'dominio.com';
$usuario_cpanel = 'UsuarioDpCpanel';
$senha_cpanel = 'SenhaDoCpanel';
$tema = 'x3'; // o "skin" ou "tema" padrão do Cpanel é o "x3".
$criar_subdominio = 'teste'; //Sub-dominio a ser criado. Nesse caso criará o sub-domínio teste.dominio.com

$url = 'http://'.$usuario_cpanel.':'.$senha_cpanel.'@'.$dominio.':2082/frontend/'.$tema.'/subdomain/doadddomain.html?domain='.$criar_subdominio.'&amp;rootdomain='.$dominio.'&amp;dir=public_html%2F'.$criar_subdominio.'&amp;go=Criar';
$ch = curl_init();
curl_setopt ($ch, CURLOPT_URL, $url);
curl_setopt ($ch, CURLOPT_RETURNTRANSFER, 1);
curl_exec ($ch);
curl_close ($ch);

?&gt;
</pre>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.internetpaulista.com/php/criando-sub-dominio-no-cpanel-com-php/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Classe Crawler PHP &#8211; Identificar links e imagens com PHP</title>
		<link>http://blog.internetpaulista.com/internet/classe-crawler-php</link>
		<comments>http://blog.internetpaulista.com/internet/classe-crawler-php#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 02:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Php]]></category>
		<category><![CDATA[Crawler]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[imagens]]></category>
		<category><![CDATA[links]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.internetpaulista.com/?p=23</guid>
		<description><![CDATA[Olá
Hoje vou postar uma classe para identificar links e imagens em sites.  Essa classe foi encontrada no phpclasses.org.
Primeiro, vamos ver um exemplo de como pegar os links:
&#60;?php include("Crawler.php");
$crawler = new Crawler();
$url = 'http://www.google.com/';
$link = $crawler-&#62;crawlLinks($url);

echo '&#60;table width="100%" border=\"1\"&#62;
&#60;tr&#62;
&#60;td width="30%"&#62;&#60;div align="center"&#62;&#60;b&#62;Texto&#60;/b&#62;&#60;/div&#62;&#60;/td&#62;
&#60;td width="30%"&#62;&#60;div align="center"&#62;&#60;b&#62;Link&#60;/b&#62;&#60;/div&#62;&#60;/td&#62;
&#60;td width="40%"&#62;&#60;div align="center"&#62;&#60;b&#62;Link Completo&#60;/b&#62; &#60;/div&#62;&#60;/td&#62;
&#60;/tr&#62;';

for($i=0; $i &#60; sizeof($link['link']); $i++){
echo '&#60;tr&#62;
&#60;td&#62;&#60;div align="center"&#62;'.$link['text'][$i].'&#60;/div&#62;&#60;/td&#62;
&#60;td&#62;&#60;div align="center"&#62;'.$link['link'][$i].'&#60;/div&#62;&#60;/td&#62;
&#60;td&#62;&#60;div align="center"&#62;&#60;a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá<br />
Hoje vou postar uma classe para identificar links e imagens em sites.  Essa classe foi encontrada no phpclasses.org.<br />
Primeiro, vamos ver um exemplo de como pegar os links:</p>
<pre class="brush: php">&lt;?php include("Crawler.php");
$crawler = new Crawler();
$url = 'http://www.google.com/';
$link = $crawler-&gt;crawlLinks($url);

echo '&lt;table width="100%" border=\"1\"&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="30%"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Texto&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="30%"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Link&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="40%"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Link Completo&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;';

for($i=0; $i &lt; sizeof($link['link']); $i++){
echo '&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;'.$link['text'][$i].'&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;'.$link['link'][$i].'&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="'.$link['link'][$i].'"&gt;'.$link['text'][$i].'&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;';

}

echo '&lt;/table&gt;';
?&gt;</pre>
<p>Abaixo você encontra um outro exemplo de como pegar imagens e links de sites:</p>
<pre class="brush: php">&lt;?php

include("Crawler.php");
$crawler = new Crawler();
$url = 'http://www.uol.com.br';
$imagem = $crawler-&gt;crawlImage($url);

echo '&lt;table width="100%" border="1"&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="30%"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Imagem&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="30%"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Link&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="40%"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Link Completo&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;';

for($i=0; $i&lt;sizeof($imagem['link']); $i++){
echo '&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img src="'.$imagem['src'][$i].'"/&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;';

if(($imagem['link'][$i])==null){
echo '&lt;td width="30%"&gt;&lt;div align="center\"&gt;Sem link&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="40%"&gt;&lt;div align="center\"&gt;Sem link&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;';

} else {

echo '&lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;'.$imagem['link'][$i].'&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="'.$imagem['link'][$i].'"&gt;Ir para Link.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;';

}
}

echo '&lt;/table&gt;';
?&gt;
</pre>
<p>Links para ver os scripts em funcionamento:<br />
<em><strong><a href="http://www.sobrephp.net/php/scripts/url.php" target="_blank">URL</a><br />
<a href="http://www.sobrephp.net/php/scripts/imagem.php" target="_blank">IMAGEM</a></strong></em><br />
Para fazer o download da classe “Crawler.php” e dos exemplo <a title="Download da classe crawler.php e de exemplos de scripts" href="http://www.sobrephp.net/php/codigos-php/classe-crawler.zip" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.internetpaulista.com/internet/classe-crawler-php/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
