‘Tecnologia’

Como achar o IMEI do celular?

October 4th, 2009

CelularNormalmente para o desbloqueio do celular ou para alguma outra programação do celular é necessário achar o IMEI do celular, ele pode vir na caixa do aparelho, perto da onde esta o número da serie ou você pode encontrar tirando a bateria do celular, tambem perto da onde esta o número da serie, mas se você não achar a caixa do celular ou não sabe como tirar a bateria ou deseja algo mais rápido e fácil, então digite o seguinte código no celular, ou seja, como se você vai ligar para alguém:

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É só aguardar, o IMEI aparecerá, é um número de vários dígitos.
Isto normalmente funciona em todos os celulares, caso contrario informe qual é o modelo e marca do seu celular para poder ajudá-lo.

FONTE: http://www.curioso.biz/home/2009/03/03/como-achar-o-imei-do-celular/

Sem MP3 ou qualquer outro tipo de arquivo para ouvir um som no PC?

September 17th, 2009

Não se preocupe. Instale o programa Muziic no Windows e acesse, via streaming, uma vasta discoteca de sons.

E fazer isso com o Muziic é uma tarefa bem simples. Basta usar a barra de busca do programa para caçar a banda preferida, selecioná-la e, em seguida, clicar no botão play para o som começar a sair das caixinhas do PC.

Democrático, o software oferece de bandas alternativas a mais populares. Isso só é possível porque o Muziic utiliza vários serviços gratuitos como base para a discoteca, um deles, o YouTube. Por conta dessa integração, é possível assistir vídeos pelo software.

O Muziic oferece para o internauta uma seleção de 30 estilos musicais e a sintonia de diversas rádios digitais. Por conta dessa característica, é possível encontrar no programa músicas raras e de cantores antigos. Se quiser, o internauta pode criar um playlist dos mais legais – nele, dá para incluir os MP3s armazenados no PC.

O programa também capricha no estilo. O usuário pode baixar e aplicar skins no Muziic. Um deles deixa o software com a cara do Google Chrome, por exemplo.

Baixe o Muziic Agora

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Hacker brasileiro sabe compensar técnica de iniciante, diz especialista

September 14th, 2009

Os brasileiros são notoriamente ativos na criação de golpes virtuais: 57% das fraudes na América Latina têm origem no Brasil e cada um dos principais bancos brasileiros é alvo de pelo menos 12% de todos os cavalos de troia criados mundialmente. No entanto, os hackers nacionais têm conhecimento de “nível técnico” e, para compensar a falta de sofisticação, são mestres na arte de enganação – a chamada “engenharia social”.

As afirmações foram dadas em entrevista exclusiva ao G1 pelo especialista em vírus Dmitry Bestuzhev, que conta com dez anos de experiência na área de segurança. Pesquisador Regional Sênior da América Latina na fabricante de antivírus russa Kaspersky Lab, Bestuzhev monitora a atividade maliciosa on-line na região a partir da cidade de Quito, no Equador.

Na entrevista realizada via e-mail e comunicador instantâneo, o especialista comenta as principais ameaças aos internautas e empresas hoje, além dos desafios enfrentados pela indústria para combatê-las. Confira os principais trechos da conversa.

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.

G1 – O que mudou no cenário dos vírus de computadores nos últimos dez anos?

Dmitry Bestuzhev – Criadores de vírus não querem mais ser famosos aparecendo no Google, no noticiário ou simplesmente sendo reconhecidos por outros autores de códigos maliciosos. O objetivo hoje é ficar invisível, roubar tanto dinheiro quanto puder ou infectar o maior número possível de máquinas para alugá-las a outras pessoas com intenções maliciosas.

Dez anos atrás os criadores de malware se conheciam ou não tinham inimizade entre si, enquanto hoje existem grupos ou indivíduos que competem uns com os outros e fazem seu código para detectar e remover “malwares concorrentes” do sistema. Realmente o que temos agora é uma selva cheia de criminosos cibernéticos bem organizados.

G1 – Como se compara o que é observado no Brasil com a Rússia e o resto do mundo? Os golpes são parecidos?

Bestuzhev – O código malicioso feito no Brasil é muito mais simples e mais fácil de analisar do que o produzido na Rússia. Criminosos da Rússia e outros países da antiga União Soviética parecem ter conhecimento significativamente maior.

Criminosos brasileiros aprenderam os fundamentos e usam a engenharia social como principal arma. Eles têm conhecimento de estudantes iniciantes de universidade ou nível técnico – não mais que isso. “

Como exemplo desta situação cito o Kido, também chamado de Conficker. Há indicações de que o Conficker foi produzido em algum país da ex-União Soviética. E apesar de ele já circular há quase um ano, milhões de máquinas continuam infectadas no mundo inteiro, inclusive no Brasil.

Os vírus produzidos no Brasil têm a característica de serem descartáveis – ele são disseminados, capturam quantos dados das vítimas for possível e, em seguida, são esquecidos. Para cada novo ataque cria-se um novo código malicioso.

Outra característica do malware do Brasil em comparação com o resto do mundo: 99,99% das pragas são projetadas unicamente para roubar senhas de contas bancárias. O malware produzido em outros países como a Rússia ou a China tem objetivos mais variados: bancos, jogos on-line, redes zumbi, extorsão de dinheiro, etc.

G1 – Qual o nível de conhecimento dos hackers brasileiros?

Bestuzhev – Nível técnico intermediário. Eles aprenderam os fundamentos e usam a engenharia social como principal arma. Pode-se dizer que eles têm conhecimento de estudantes iniciantes de universidade ou nível técnico – não mais que isso por enquanto. Mas eles são mestres em engenharia social.

G1 – O código dos vírus usados no Brasil recebe contribuição de criminosos de outros países?

Bestuzhev - Ao analisar o código dos vírus banqueiros feitos no Brasil, pode-se dizer que foram desenvolvidos 100% “em casa”, sem usar as técnicas e experiências de criminosos de outros países.

G1 – Podemos dizer que o Brasil abriga o maior número de grupos de criminosos virtuais na América Latina? Por quê?

Bestuzhev – Sim, com certeza o Brasil é o país mais ativo na produção de malware na região.

Os mecanismos de segurança disponibilizados pelos bancos aos seus clientes são relativamente simples e fáceis de quebrar.”

Em primeiro lugar, há muitas pessoas. É a lei da natureza – onde há mais pessoas, mais delas estão propensas a fazerem o mal. Além disso, não há legislação para combater o cibercrime. A lei utilizada no Brasil para punir os infratores foi aprovada na década de 40 e, naturalmente, ela busca combater roubos de rua, não na internet. No momento em que se tenta usá-la, há muitas limitações, dificuldades em usar provas eletrônicas, e assim por diante.

Deve-se considerar também que os mecanismos de segurança disponibilizados pelos bancos aos seus clientes são relativamente simples e fáceis de quebrar.

Estamos falando de plug-ins instalados no sistema, usando nomes e caminhos de arquivo estático e que podem ser facilmente removido por programas anti-rootkit e outras ferramentas de segurança [Bestuzhev se refere à prática dos vírus brasileiros de usar ferramentas originalmente criadas para remover vírus que são usadas por pragas brasileiras para desativar os softwares instalados pelos bancos. É um caso em que aplicativos de segurança são usados contra as proteções]. Certamente há outros fatores, mas esses são os principais.

G1 – Como são as fraudes em outros países da América Latina?

Bestuzhev – A fraude on-line está presente em todos os países latino-americanos, mas os métodos usados pelos criminosos são diferentes. Por exemplo, no México um método muito popular de infecção é o conhecido como Qhost. A forma como ele funciona é simples – alterar o arquivo HOSTS do sistema para que as visitas ao site do banco da vítima sejam redirecionadas para sites falsos.

Na Argentina, no entanto, os criminosos preferem o velho truque de engenharia social com o ponto final sendo o phishing (páginas falsas de bancos que roubam os dados do internauta). A maior parte dos crimes envolvendo o roubo de dinheiro está ligada precisamente com ataques de phishing (veja aqui como funciona essa estratégia).

G1 – O governo brasileiro tem tentado tornar computadores mais acessíveis. Isso é bom, mas quais são as implicações de segurança?

Bestuzhev – Claro que, com a acessibilidade das máquinas e o acesso à internet aumenta o risco de novos incidentes, pois mais pessoas podem cair nas mãos dos cibercriminosos.

O principal problema reside na formação desses novos usuários. Quem vai cuidar deles? Não é suficiente proporcionar facilidade de acesso – é necessário educar. Talvez alguém verá isso como gastos desnecessários ou algo assim, mas no longo prazo haverá danos ou perdas de bens.

Eu acho que a educação em informática deve ser gratuita, acessível e contínua. Talvez o governo, apoiado por empresas de segurança e outras instituições, poderia fazer esse tipo de evento educacional. Como eu disse, eles teriam de ser contínuos e não únicos. Isso ajudaria o estado a cumprir sua responsabilidade em relação às novas tecnologias e evitaria uma grande quantidade de fraudes e outros crimes através da internet.

G1 – A Kaspersky coopera com a polícia?

Bestuzhev – Sim, temos colaborado com vários organismos de segurança em todo o mundo. Tentamos fazer com que essa relação seja tão próxima quanto possível, fiável e eficaz.

G1 – Qual a importância dessa relação?

Bestuzhev – Acho que não é suficiente criar mecanismos de segurança de aplicação. Estamos lutando contra o cibercrime, mas devemos sempre ter em mente que há criminosos físicos por trás deste crime – pessoas que continuam a criar malware dia após dia, semana após semana.

Se em serviços públicos tais como o VirusTotal um vírus não está sendo detectado por um ou mais antivírus, isso não significa que na realidade da máquina do usuário ele não é detectado.”

É necessário que os criminosos sejam presos e cumpram a pena em conformidade com a legislação local e que haja colaboração entre as empresas de segurança e as instituições de segurança física. Só assim é possível cortar o mal pela raiz.

G1 – Para terminarmos, quais são os principais desafios da indústria antivírus hoje? Como ela responde às novas ameaças?

Bestuzhev – Os principais desafios são os avanços nos empacotadores (packers, programas usados para criptografar ou compactar o código malicioso).

Em muitos casos, pode acontecer que uma amostra [de vírus] já é detectada por um antivírus, mas ao ser novamente “empacotada” a assinatura do software não é mais eficaz. Criadores de malware utilizam muito esta técnica para evitar a detecção ao reutilizar pragas existentes.

Criamos mecanismos que podem detectar malware não individualmente pelas assinaturas, mas pelo comportamento geral. Criamos emuladores, analisadores de comportamento e outros mecanismos pró-ativos que nos permitem detectá-los.

Por esta razão, se em serviços públicos tais como o VirusTotal um vírus não está sendo detectado por um ou mais antivírus, isso não significa que na realidade da máquina do usuário ele não é detectado. Temos desenvolvido mais do que um mecanismo antivírus e uma assinatura. Penso que esse é o caminho para darmos a resposta aos criminosos.

* Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança para o PC”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na página http://twitter.com/g1seguranca.

FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1303233-6174,00-HACKER+BRASILEIRO+SABE+COMPENSAR+TECNICA+DE+INICIANTE+DIZ+ESPECIALISTA.html

14 alternativas de navegadores que não são o IE6

September 3rd, 2009

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Como alguns de vocês sabem, existem uma forte campanha na internet adotada por grandes sites que visa abolir completamente a utilização do Internet Explorer 6 devido aos seus bugs e falhas com padrões web. Nesse espírito, achamos que seria interessante disponibilizar aqui para vocês algumas alternativas de navegadores.

Alguns dos membros desta lista abaixo são pesos pesados, e você com certeza já deve ter ouvido falar. Já outros não são tão conhecidos assim, mas de certa forma incentivamos você a testá-los e deixar seu comentário com suas impressões. Confira:

  1. Mozilla Firefox: Já bem conhecido e difundido, a possibilidade de instalação de plugins/extensões o torna bem popular.
  2. Apple Safari: Navegador disponível para Mac e máquinas Windows.
  3. Google Chrome: Oficialmente até agora lançado em Windows o navegador do Google ainda não está disponível para Mac ou Linux, sua principal vantagem é sua velocidade de navegação.
  4. Internet Explorer 8: Oferece uma melhor compatibilidade com os padrões web.
  5. Opera: Sua história de inovação e suporte aos padrões web o manté como um respeitável navegador desde os anos 90
  6. Camino: Navegador para os usuários de Mac, também tem suporte a plugins e se integra com vários serviços do OSX.
  7. Flock: Apresenta uma série de integrações com sites sociais como Twiiter, Flickr, Facebook, Blogger, Picasa, Gmail e muito mais.
  8. Seamonkey: Navegador baseado no Mozilla, sua característica é integrar em apenas um aplicativo o navegador, leitor de e-mail, cliente de newsgroup, cliente de IRC e editor de HTML.
  9. Konqueror: Apenas para usuários linux, Konqueror é um navegador de código aberto e um gerenciador de arquivos, embora não tenha conquistado completamente o mercado de navegadores ele ainda é uma escolha popular para os usuários de Linux.
  10. K-meleon: Disponível apenas para Windows, K-meleon é extremamente rápido, leve e personalizávele também é baseado no Mozilla.
  11. Shiira: Outro navegador apenas para Mac, a meta ousada do projeto é “Criar um navegador que seja melhor e muito mais útil que o Safari”.
  12. Maxthon: Originalmente desenvolvido na China sua  é fazer um navegador com interface mais personalizável que o IE.
  13. iCab: Um dos únicos navegadores da lista que não é gratuito, iCab é um navegador para Mac que tem um custo de 20 dólares, mas pode ser utilizado gratuitamente desde que você registre periodicamente o software.
  14. OmniWeb: Somente disponível para usuários do Mac o OmniWeb é um projeto que inclui outros aplicativos grandes como o OmniFocus, OmniGraffle e OmniOutliner.

FONTE: http://www.ultimoclick.net/2009/08/27/14-alternativas-de-navegadores-que-nao-sao-o-ie6/

Conheça os 5 erros mais comuns em virtualização de desktops

September 3rd, 2009

Muitos profissionais de TI esquecem que só com um profundo conhecimento sobre a virtualização de equipamentos poderão tirar todos os benefícios desejados por esse tipo de plataforma. Na maior parte dos casos, os CIOs “caem na conversa” dos fornecedores que oferecem soluções mágicas, capazes de reduzir custos operacionais e melhorar a proteção de dados de uma só vez. Saiba quais são os cinco equívocos dos gestores de tecnologia ao optarem pela virtualização de desktops:

1. Achar que uma única solução contemplará todas as necessidades do negócio:

Os usuários ainda esperam que exista uma ferramenta capaz fazê-los alcançar todos os benefícios relativos à virtualização de desktops – desde a redução de custos de manutenção até a melhoria do acesso remoto à rede corporativa. Para atingir essas condições é necessária a aquisição de diversas tecnologias e a contratação de muitos prestadores serviços.

2. Pensar que, com a virtualização, aumentarão os riscos relativos à proteção dos dados:

Todo mundo já deve ter ouvido que o ponto fraco da virtualização é a segurança, mas, na realidade, as informações corporativas tornam-se bem mais protegidas em desktops virtuais – já que, com essa estrutura, todos os dados sensíveis deixam de ficar armazenados nos próprios dispositivos.

3. Julgar a virtualização como uma forma diferente de empacotar as mesmas soluções:

Para ter sucesso nesse processo de migração é preciso entender que, uma vez virtualizados, os desktops deverão ser gerenciados de maneira diferente. Quando virtualizadas, as aplicações precisam ser adaptadas ao novo padrão de modo que sejam capazes de transacionar os dados armazenados do ambiente virtual ao usuário.

4. Basear a estratégia de virtualização de desktops na redução de custos:

Atenção, pois os nove meses necessários para o retorno sobre investimento em virtualização prometidos pelos fornecedores raramente são verdadeiros. O período varia de acordo com o usuário e pode chegar a durar até quatro anos.

5. Achar que o desenvolvimento de um ambiente virtual é simples:
Seria maravilhoso se todas as aplicações pudessem ser inseridas na estratégia de virtualização. No entanto, muitas soluções não funcionam bem nesse modelo e, por isso, é importante que os gestores de TI estejam atentos a essas particularidades ao fechar contrato com os fornecedores.