Archive for September, 2009

O desabafo de um Web Designer envergonhado

September 30th, 2009

Nesse vídeo mostro o relato do web designer W.L.D., de 23 anos, que pediu para não ser identificado. Um relato sincero e emocionado que quero compartilhar com todos vocês.

veja mais

FONTE: http://www.brunoavila.com.br/avante/cursos/o-desabafo-de-um-web-designer-envergonhado.html

Conheça o Orkut Promote

September 23rd, 2009

O Google divulgou essa semana no Youtube um vídeo ensinando a utilizar o Orkut Promote, que é uma nova maneira de divulgar conteúdo (imagens, textos e vídeos) para seus amigos do Orkut, a nova funcionalidade permite também ver estatísticas do conteúdo que você publicou e também possui um recurso chamado “spread”, que tem uma função similar ao RT do Twitter.

Com toda a certeza não é isso que vai fazer o Orkut “bombar” em outros países além do Brasil e Índia, mas há bastante tempo não aparecia uma ferramenta tão legal assim no Orkut. Se isso vai ser bom ou não, veremos daqui a alguns dias.

Sem MP3 ou qualquer outro tipo de arquivo para ouvir um som no PC?

September 17th, 2009

Não se preocupe. Instale o programa Muziic no Windows e acesse, via streaming, uma vasta discoteca de sons.

E fazer isso com o Muziic é uma tarefa bem simples. Basta usar a barra de busca do programa para caçar a banda preferida, selecioná-la e, em seguida, clicar no botão play para o som começar a sair das caixinhas do PC.

Democrático, o software oferece de bandas alternativas a mais populares. Isso só é possível porque o Muziic utiliza vários serviços gratuitos como base para a discoteca, um deles, o YouTube. Por conta dessa integração, é possível assistir vídeos pelo software.

O Muziic oferece para o internauta uma seleção de 30 estilos musicais e a sintonia de diversas rádios digitais. Por conta dessa característica, é possível encontrar no programa músicas raras e de cantores antigos. Se quiser, o internauta pode criar um playlist dos mais legais – nele, dá para incluir os MP3s armazenados no PC.

O programa também capricha no estilo. O usuário pode baixar e aplicar skins no Muziic. Um deles deixa o software com a cara do Google Chrome, por exemplo.

Baixe o Muziic Agora

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Banner: o quê vale mais, o clique ou a exposição?

September 15th, 2009

Existe uma polêmica em relação aos banners, que muitos aqui já devem ter ouvido falar. De um tempo pra cá escutamos alguns dizerem que ninguém mais olha pra banner, que não tem muita eficiência, que não aumentam vendas, coisa e tal. Já para outros o clique era o que valia, se o banner é clicado, beleza, sem clique, então não presta. Inclusive muitas campanhas são avaliadas somente por cliques ao invés de exposição.

Porém, uma pesquisa recente realizada pela ComScore, analisando 139 campanhas publicitárias em banner, revelou que houve sim um aumento de audiência e vendas mesmo sem cliques, apenas com a exposição do banner.

E eu acredito que apenas a exposição do banner possa provocar interesse mesmo quando se está no mundo offline. Já me peguei algumas vezes comprando ou fazendo alguma coisa por ter lembrado de um banner que vi em algum site que sempre visito. Como avaliar isso? Como que o dono da loja vai saber que eu estou lá por conta de um banner não clicado?

Quer ver detalhes da pesquisa? A UOL publicou pra gente. E claro, pra UOL é de grande interesse que essa pesquisa seja divulgada não é mesmo? ;)

Leia e depois volte aqui pra comentar.

Para o alto e Avante!

FONTE: http://www.brunoavila.com.br/avante/publicidade/banner-o-que-vale-mais-o-clique-ou-a-exposicao.html

Motion e 3D Tween

September 15th, 2009

Uma das novidades do Flash CS4, estes recursos fazem verdadeiras maravilhas. Vejam no vídeo abaixo:

FONTE: http://imasters.uol.com.br/artigo/13957/flash/motion_e_3d_tween/

Hacker brasileiro sabe compensar técnica de iniciante, diz especialista

September 14th, 2009

Os brasileiros são notoriamente ativos na criação de golpes virtuais: 57% das fraudes na América Latina têm origem no Brasil e cada um dos principais bancos brasileiros é alvo de pelo menos 12% de todos os cavalos de troia criados mundialmente. No entanto, os hackers nacionais têm conhecimento de “nível técnico” e, para compensar a falta de sofisticação, são mestres na arte de enganação – a chamada “engenharia social”.

As afirmações foram dadas em entrevista exclusiva ao G1 pelo especialista em vírus Dmitry Bestuzhev, que conta com dez anos de experiência na área de segurança. Pesquisador Regional Sênior da América Latina na fabricante de antivírus russa Kaspersky Lab, Bestuzhev monitora a atividade maliciosa on-line na região a partir da cidade de Quito, no Equador.

Na entrevista realizada via e-mail e comunicador instantâneo, o especialista comenta as principais ameaças aos internautas e empresas hoje, além dos desafios enfrentados pela indústria para combatê-las. Confira os principais trechos da conversa.

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.

G1 – O que mudou no cenário dos vírus de computadores nos últimos dez anos?

Dmitry Bestuzhev – Criadores de vírus não querem mais ser famosos aparecendo no Google, no noticiário ou simplesmente sendo reconhecidos por outros autores de códigos maliciosos. O objetivo hoje é ficar invisível, roubar tanto dinheiro quanto puder ou infectar o maior número possível de máquinas para alugá-las a outras pessoas com intenções maliciosas.

Dez anos atrás os criadores de malware se conheciam ou não tinham inimizade entre si, enquanto hoje existem grupos ou indivíduos que competem uns com os outros e fazem seu código para detectar e remover “malwares concorrentes” do sistema. Realmente o que temos agora é uma selva cheia de criminosos cibernéticos bem organizados.

G1 – Como se compara o que é observado no Brasil com a Rússia e o resto do mundo? Os golpes são parecidos?

Bestuzhev – O código malicioso feito no Brasil é muito mais simples e mais fácil de analisar do que o produzido na Rússia. Criminosos da Rússia e outros países da antiga União Soviética parecem ter conhecimento significativamente maior.

Criminosos brasileiros aprenderam os fundamentos e usam a engenharia social como principal arma. Eles têm conhecimento de estudantes iniciantes de universidade ou nível técnico – não mais que isso. “

Como exemplo desta situação cito o Kido, também chamado de Conficker. Há indicações de que o Conficker foi produzido em algum país da ex-União Soviética. E apesar de ele já circular há quase um ano, milhões de máquinas continuam infectadas no mundo inteiro, inclusive no Brasil.

Os vírus produzidos no Brasil têm a característica de serem descartáveis – ele são disseminados, capturam quantos dados das vítimas for possível e, em seguida, são esquecidos. Para cada novo ataque cria-se um novo código malicioso.

Outra característica do malware do Brasil em comparação com o resto do mundo: 99,99% das pragas são projetadas unicamente para roubar senhas de contas bancárias. O malware produzido em outros países como a Rússia ou a China tem objetivos mais variados: bancos, jogos on-line, redes zumbi, extorsão de dinheiro, etc.

G1 – Qual o nível de conhecimento dos hackers brasileiros?

Bestuzhev – Nível técnico intermediário. Eles aprenderam os fundamentos e usam a engenharia social como principal arma. Pode-se dizer que eles têm conhecimento de estudantes iniciantes de universidade ou nível técnico – não mais que isso por enquanto. Mas eles são mestres em engenharia social.

G1 – O código dos vírus usados no Brasil recebe contribuição de criminosos de outros países?

Bestuzhev - Ao analisar o código dos vírus banqueiros feitos no Brasil, pode-se dizer que foram desenvolvidos 100% “em casa”, sem usar as técnicas e experiências de criminosos de outros países.

G1 – Podemos dizer que o Brasil abriga o maior número de grupos de criminosos virtuais na América Latina? Por quê?

Bestuzhev – Sim, com certeza o Brasil é o país mais ativo na produção de malware na região.

Os mecanismos de segurança disponibilizados pelos bancos aos seus clientes são relativamente simples e fáceis de quebrar.”

Em primeiro lugar, há muitas pessoas. É a lei da natureza – onde há mais pessoas, mais delas estão propensas a fazerem o mal. Além disso, não há legislação para combater o cibercrime. A lei utilizada no Brasil para punir os infratores foi aprovada na década de 40 e, naturalmente, ela busca combater roubos de rua, não na internet. No momento em que se tenta usá-la, há muitas limitações, dificuldades em usar provas eletrônicas, e assim por diante.

Deve-se considerar também que os mecanismos de segurança disponibilizados pelos bancos aos seus clientes são relativamente simples e fáceis de quebrar.

Estamos falando de plug-ins instalados no sistema, usando nomes e caminhos de arquivo estático e que podem ser facilmente removido por programas anti-rootkit e outras ferramentas de segurança [Bestuzhev se refere à prática dos vírus brasileiros de usar ferramentas originalmente criadas para remover vírus que são usadas por pragas brasileiras para desativar os softwares instalados pelos bancos. É um caso em que aplicativos de segurança são usados contra as proteções]. Certamente há outros fatores, mas esses são os principais.

G1 – Como são as fraudes em outros países da América Latina?

Bestuzhev – A fraude on-line está presente em todos os países latino-americanos, mas os métodos usados pelos criminosos são diferentes. Por exemplo, no México um método muito popular de infecção é o conhecido como Qhost. A forma como ele funciona é simples – alterar o arquivo HOSTS do sistema para que as visitas ao site do banco da vítima sejam redirecionadas para sites falsos.

Na Argentina, no entanto, os criminosos preferem o velho truque de engenharia social com o ponto final sendo o phishing (páginas falsas de bancos que roubam os dados do internauta). A maior parte dos crimes envolvendo o roubo de dinheiro está ligada precisamente com ataques de phishing (veja aqui como funciona essa estratégia).

G1 – O governo brasileiro tem tentado tornar computadores mais acessíveis. Isso é bom, mas quais são as implicações de segurança?

Bestuzhev – Claro que, com a acessibilidade das máquinas e o acesso à internet aumenta o risco de novos incidentes, pois mais pessoas podem cair nas mãos dos cibercriminosos.

O principal problema reside na formação desses novos usuários. Quem vai cuidar deles? Não é suficiente proporcionar facilidade de acesso – é necessário educar. Talvez alguém verá isso como gastos desnecessários ou algo assim, mas no longo prazo haverá danos ou perdas de bens.

Eu acho que a educação em informática deve ser gratuita, acessível e contínua. Talvez o governo, apoiado por empresas de segurança e outras instituições, poderia fazer esse tipo de evento educacional. Como eu disse, eles teriam de ser contínuos e não únicos. Isso ajudaria o estado a cumprir sua responsabilidade em relação às novas tecnologias e evitaria uma grande quantidade de fraudes e outros crimes através da internet.

G1 – A Kaspersky coopera com a polícia?

Bestuzhev – Sim, temos colaborado com vários organismos de segurança em todo o mundo. Tentamos fazer com que essa relação seja tão próxima quanto possível, fiável e eficaz.

G1 – Qual a importância dessa relação?

Bestuzhev – Acho que não é suficiente criar mecanismos de segurança de aplicação. Estamos lutando contra o cibercrime, mas devemos sempre ter em mente que há criminosos físicos por trás deste crime – pessoas que continuam a criar malware dia após dia, semana após semana.

Se em serviços públicos tais como o VirusTotal um vírus não está sendo detectado por um ou mais antivírus, isso não significa que na realidade da máquina do usuário ele não é detectado.”

É necessário que os criminosos sejam presos e cumpram a pena em conformidade com a legislação local e que haja colaboração entre as empresas de segurança e as instituições de segurança física. Só assim é possível cortar o mal pela raiz.

G1 – Para terminarmos, quais são os principais desafios da indústria antivírus hoje? Como ela responde às novas ameaças?

Bestuzhev – Os principais desafios são os avanços nos empacotadores (packers, programas usados para criptografar ou compactar o código malicioso).

Em muitos casos, pode acontecer que uma amostra [de vírus] já é detectada por um antivírus, mas ao ser novamente “empacotada” a assinatura do software não é mais eficaz. Criadores de malware utilizam muito esta técnica para evitar a detecção ao reutilizar pragas existentes.

Criamos mecanismos que podem detectar malware não individualmente pelas assinaturas, mas pelo comportamento geral. Criamos emuladores, analisadores de comportamento e outros mecanismos pró-ativos que nos permitem detectá-los.

Por esta razão, se em serviços públicos tais como o VirusTotal um vírus não está sendo detectado por um ou mais antivírus, isso não significa que na realidade da máquina do usuário ele não é detectado. Temos desenvolvido mais do que um mecanismo antivírus e uma assinatura. Penso que esse é o caminho para darmos a resposta aos criminosos.

* Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança para o PC”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na página http://twitter.com/g1seguranca.

FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1303233-6174,00-HACKER+BRASILEIRO+SABE+COMPENSAR+TECNICA+DE+INICIANTE+DIZ+ESPECIALISTA.html

12 dicas para otimizar seus códigos PHP

September 8th, 2009

É sempre útil ler algumas dicas rápidas para melhorar a sua codificação. Geralmente temos vícios que adquirimos no dia-a-dia que, sem sabermos, tornam o nosso código mais lento.

Seguem abaixo 12 dicas para melhorar o processamento dos seus códigos PHP.

1. Se um método pode ser static, declare-o como static! O desempenho aumenta 4 vezes;

2. Evite utilizar metódos mágicos como __get, __set e __autoload, se possível;

3. require_once() é dispensável e demanda bastante memória;

4. Use caminhos completos (full path) nos includes e requires, pois é gasto menos tempo resolvendo os caminhos do sistema operacional;

5. Se você quer descobrir o tempo em que o script começou a ser executado, é preferível utilizar $_SERVER[´REQUEST_TIME´] do que time();

6. Veja se pode utilizar strncasecmp, strpbrk e stripos ao invés de regex;

7. str_replace é mais rápido que preg_replace, mas strtr é 4 vezes mais rápido que str_replace;

8. Se uma função, como de substituição de strings, aceitar tanto arrays como caracteres simples como argumentos, e se a sua lista de argumentos não é muito longa, considere fazer algumas declarações redundantes de substituição, passando um caractere por vez, ao invés de uma linha de código que aceita arrays como argumentos de busca e substituição;

9. Supressão de erro com @ é muito lento;

10. $row[´id´] é 7 vezes mais rápido que $row[id];

11. Mensagens de erro demandam mais processamento;

12. Não utilize funções dentro de loops, como por exemplo: for ($x=0; $x < count($array); $x). A função count() é chamada todas as vezes que o loop é executado.;

FONTE: http://imasters.uol.com.br/artigo/8962/php/12_dicas_para_otimizar_seus_codigos_php/

Crescer sem perder a essência é o grande desafio

September 5th, 2009

Em pouco mais de uma década de vida, o Google passou de uma experiência de nerds a uma companhia globalizada, com faturamento de 22 bilhões de dólares em 2008.

Para Alex Dias, diretor-geral do Google no Brasil, manter a essência da empresa em meio a esse crescimento super acelerado é um dos maiores desafios de hoje. Em entrevista à série Grandes Líderes, Alex conta também que para trabalhar na companhia é preciso ser quase um malabarista flexibilidade e atitude colaborativa são essenciais. Ele diz também que é preciso ter muita energia, porque o Google não desliga nunca.

P.S. Estão disponíveis na EXAME TV as entrevistas anteriores desta série, com Marcel Telles (AmBev), David Neeleman (Azul), Abílio Diniz (Pão de Açúcar), Luiza Helena Trajano (Magazine Luiza), Bernardo Hees (ALL) e Luiz Eduardo Falco (Oi) .

O Google e a concorrência



O futuro da rede



Como crescer sem perder a essência



Internet para empreendedores



Como é liderar o Google



A seleção para entrar na empresa

FONTE: http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20090904_listar_dia.shtml?permalink=193792

Será que as pessoas estão deixando de ver sites de mulher pelada?

September 5th, 2009

Bem, segundo o pesquisadorserqueaspessoasestodeixandodeversitesdem-e2playboy Bill Tancer, sim. Foi o que revelou ao jornal inglês Telegraph. Tancer fez uma análise do que as pessoas buscaram no decorrer dos últimos 10 anos através de sites de busca e chegou a resultados bem interessantes. Vejamos:

1. Em 1998, 20% de todas as pesquisas feitas pela internet eram buscando por sites de  sexo.

2. No decorrer de 10 anos, a busca por páginas com conteúdo erótico caiu em 10%.

3. Essa queda foi maior entre os jovens de 18 a 24 anos ( nossa, quem diria!)

Então você deve estar se perguntando, como isso aconteceu??? Tancer explica.

“Minha teoria é que os jovens passam tantas horas em redes sociais que não tem mais tempo para olhar sites adultos”.

É, a galerinha fica só na base do Orkut e MSN, dá nisso, falta de tempo para ver outras coisas. Bem, site de sacanagem realmente não contribui muito para a intelectualidade de ninguém mas será que as horas gastas no orkut podem contribuir no progresso cultural, moral e social do ser humano?

Para nos ajudar nessa resposta, vejamos outro dado da pesquisa. Nos EUA a busca por fotos da candidata a vice-presidente republicana, Sarah Palin é muito maior do que aqueles que buscam a respeito de suas idéias sobre o país. Sites de celebridades tem mais acessos  do que se juntarmos os acessos de sites de política, religião, bem-estar e dietas. Se botar na balança, os sites de celebridades ganham em audiência.

Será que a Internet está nos “emburrecendo”?

Para o alto e Avante!

FONTE: http://www.brunoavila.com.br/avante/internet/ser-que-as-pessoas-esto-deixando-de-ver-sites-de-mulher-pelada.html

Como obter compatibilidade entre diferentes navegadores web?

September 4th, 2009

Uma tarefa bem chata, cá pra nós, para todo webdesigner é deixar o site compatível com vários navegadores, O site está redondinho no Firefox mas no Internet Explorer 6 e no Safari, o site está totalmente torto. Ai ai ai.

Para lhe ajudar, aqui estão dicas que são fundamentais para tornar nosso site compatível com vários navegadores. Esta dica vem do australiano Antony Short que fez um resumo de algumas dicas básicas para evitar problemas no momento de conceber um site e evitar o mal funcionamento entre os diferentes navegadores:

1. Utilize sempre tipo rigoroso de documento (DOCTYPE strict) que cumpram a norma HTML / CSS

2. Utilize sempre um “reset” no início de seu css

3. Use -moz-opacity: 0.99; sobre elementos de texto para limpar e renderizar no Firefox, e text-shadow: #000 0 0 0 no Safari.

4. Nunca redimensionar imagens em HTML ou CSS

5. Checar rendereização de fontes em cada navegador. Não utilize a fonte Lucida

6. Tamanho do texto como % no body e em ao longo da folha de estilo.

7. Todos os divs que são flutuantes, deve incluir: display: inline; e overflow: hidden;

8. Os containers devem ter: overflow: auto

9. Não use seletores fantasia CSS3

10. Não usar PNG’s transparentes, a menos que tenha colocado alpha.