Quando o Google lançou o botão +1, como esse que você vê aí em cima desse post, eu não entendi qual seria sua graça. O seu funcionamento é simples de entender, lembra um botão “curtir” do Facebook. Mas eu vou perder milésimos de segundo de minha vida clicando nesse +1 por quê? Já que eu clico no botão “curtir” para que o link seja compartilhado entre meus amigos do Facebook, mas clicando no +1 eu vou compartilhar com quem? (Esquece o Orkut, para o Google o Orkut é um fracasso pois só fez sucesso num país exótico e distante chamado Brasil.)
Portanto pela lógica, sem rede social esse +1 estaria fadado ao fracasso.
Ah, mas agora tudo foi revelado. O Google lançou em fase de testes, para alguns convidados, a sua rede social que promete competir de igual para igual com Facebook, o Google+ (ou Google Plus). Sim, agora o +1 faz sentido! Todos os serviços Google irão se concentrar no Google+, sendo o seu centro da convergência. A engenhoca e o formato de comunicação são bem parecidos com o Facebook. O layout é aquele brancão de sempre, bem ao estilo Google.
Perceberam uma barra preta no topo da busca, Gmail e outros serviços Google? Isso já é um pouco do Google+, onde essa barra irá acompanhar você em todos os produtos Google e integrá-lo ao Google+.
Olha, se você perceber nenhum produto Google fez sucesso por conta do seu layout e sim pelo poder do seu aplicativo. Tem layout mais sem sal do que o da busca do Google? Mas o sistema de busca é poderossíssimo. Se os aplicativos utilizados no Google+ forem realmente bons esse pode ser o grande diferencial e assim conquistar o público.
Querem ver como funciona o Google+? Ver ele por dentro? Ricardo Fraga, da Google Discovery, entrou no Google+ e gravou um vídeo pra gente matar esse curiosidade. Vejam!
De acordo com dados públicos do serviço StatCounter, o navegador Chrome continua angariando um enorme crescimento entre os internautas no mundo, chegando agora a 20% de market share entre os browsers atuais.
Por outro lado, o Firefox, da fundação Mozilla, e o Internet Explorer, da Microsoft, apresentaram quedas significativas no mesmo período, um indicativo de que os usuários estão migrando suas preferências para o produto do Google.
No período dos últimos onde meses, o StatCounter mostra que IE caiu de 53% para 44% e o Firefox viu sua comunidade reduzir de 31% para 29% em market share.
26 Jun
Posted by bill as Ajax, CSS, Internet, JavaScript, Webdesigner
Css com estilo, tabela de login e cadastro!
Muito facil e simples de implementar, e perfeito para ocupar menos espaço em seus layouts, confira!
Passo 1
Layout é dividido em 3 partes, Container, Tabbox e Panel, a div Container é a div principal.
Codigo HTML:
<div id=”container”>
<div id=”tabbox”></div>
<div id=”panel”></div>
</div>
Codigo CSS
#container
{
width:350px
}
#tabbox
{
height:40px
}
#panel
{
background-color:#FFF;
height:300px;
}
Passo 2
Div Tabbox é dividida em 2 partes verticais a aba Login e Cadastro
Codigo HTML
<div id=”tabbox”>
<a href=”#” id=”signup”>Signup</a>
<a href=”#” id=”login”>Login</a>
</div>
Codigo CSS
.tab
{
background: #dedede;display: block;height: 40px;
line-height: 40px;text-align: center;
width: 80px;float: right;font-weight: bold;
-webkit-border-top-left-radius: 4px;
-webkit-border-top-right-radius: 4px;
-moz-border-radius: 4px 4px 0px 0px;
}
a
{
color: #000;
margin: 0;
padding: 0;
text-decoration: none;
}
.signup
{
margin-left:8px;
}
.select
{
background-color:#FFF;
}
Passo 3
Agoa a Div Panel dividida em 2 parte, são Loginbox e Signupbox.
Codigo HTML
<div id=”panel”>
<div id=”loginbox”>Login Form</div>
<div id=”signupbox”>Signup Form</div>
</div>
Codigo CSS
#loginbox
{
min-height:200px;
padding:10px;
}
#signupbox
{
min-height:200px;
padding:10px;
display:none;
}
Passo 4
Manipulação de objetos DOM com JavaScript.
Codigo Javascript
<script type=”text/javascript” src=”http://ajax.googleapis.com/
ajax/libs/jquery/1.5/jquery.min.js”></script>
<script type=”text/javascript”>
$(document).ready(function()
{
$(“.tab”).click(function()
{
var X=$(this).attr(‘id’);
if(X==’signup’)
{
$(“#login”).removeClass(‘select’);
$(“#signup”).addClass(‘select’);
$(“#loginbox”).slideUp();
$(“#signupbox”).slideDown();
}
else
{
$(“#signup”).removeClass(‘select’);
$(“#login”).addClass(‘select’);
$(“#signupbox”).slideUp();
$(“#loginbox”).slideDown();
}
});
});
</script>
Baixar o Script | Veja o Sctipt funcionando
Agora é só usar sua criatividade e dar mais vida a isso, boa sorte!
Você pode baixar diversas músicas diretamente para o seu X5-01 com o programa Ovi Música. Com suas teclas especiais, você sempre tem um atalho a mão para se manter no controle do que está ouvindo e quer ouvir e com o alto-falante de alta qualidade, pode espalhar a animação com suas músicas em alto e bom som.
O X5-01 tem vários aplicativos interessantes como o Surprise me!. Gire seu celular para tocar uma faixa aleatória, depois deixe o Playlist DJ criar listas de reprodução conforme seu humor ou suas músicas favoritas use o Shazam para identificar as músicas que você não reconhece e descubra todos os recursos presentes em seu Nokia.
Com o teclado QWERTY completo, digite mensagens e e-mails mais rápido e mais facilmente. Com seu aparelho poderá receber e-mails do Hotmail, Gmail e outras contas pessoais.
Converse com todos os amigos utilizando os seus serviços de mensagens instantâneas favoritos. Balance seu X5-01 e ele lhe dirá o número de mensagens não lidas.
Poderá se conectar à Internet via 3.5G ou Wi-Fi e levar a web para onde quiser, junto a você. Fique em contato com seus amigos via Facebook, MySpace e Twitter, com o acesso fácil às redes sociais que o seu Nokia X5-01 oferece.
Assista a vídeos no YouTube™ usando o navegador, sem ter de abrir player separado.
O Nokia X5-01 tem um design compacto, quadrado e estiloso. Destaque-se com o acabamento arrojado, espelhado e de cores vibrantes.
Veja tudo na tela de 2,36 polegadas em formato paisagem.
Tire fotos e faça vídeos de boa qualidade e em alta resolução com a câmera de 5 megapixels. Suas fotos ficarão incríveis com o flash LED e poderá carregá-las em seus serviços de compartilhamento favoritos.
Com os Serviços Ovi, poderá encontrar e baixar novas músicas, jogos e aplicativos usando a Ovi Loja, compartilhar seu status e disponibilidade com os amigos usando o Ovi Contatos e ainda manter contato com o Ovi E-mail – sua conta de e-mail da Nokia.
Muita gente me pergunta quanto cobrar por um site e qual a formula pra isso… O meu amigo João Neto me convenceu a fazer um artigo sobre isso, e aqui vamos nós:
Antes de tudo, tenha uma coisa na sua cabeça: não existe preço, tabela de preço, um preço base ou coisa do tipo! Cada site é único, cada cliente é único.
Sabendo disso, vou dizer para vocês como eu decido o preço do meu trabalho. ![]()
Com o passar do tempo descobri que cobrar por hora é uma forma mais fácil de calcular o valor total de um serviço, vamos ver uma forma simples de calcular o valor/hora de trabalho:
Usando o raciocínio acima, a formular pra calcular o valor da sua hora trabalho é:
<valor do salário ideal> / (<dias trabalhados por mês> * <horas de trabalho por dia>)
Por exemplo:
3000 / (20 * 5) = R$ 30,00 por hora/trabalho
Tendo um valor pra hora/trabalho definido você pode calcular o valor total de um serviço pensando em quanto tempo você ACHA que vai demorar pra fazer ele, por exemplo: se você calcula de irá demorar 1 mês para fazer o trabalho, cobre R$ 3.000,00 pelo trabalho.. Se você demorar 40 dias, calcule proporcionalmente.
O valor dessa hora DEVE variar em função da complexidade e “demora” do trabalho… Se é uma coisa fácil e rápida, cobre um pouco a mais, tipo R$ 40,00 por hora… Se é uma coisa complicada e mais demorada, cobre um pouco menos (tipo R$ 25,00) mas ganhe na quantidade.. Seja flexível, mas faça questão de deixar claro para o cliente por que você stá cobrando o preço que está cobrando.
Poucos clientes vão aceitar serem cobrados por hora… Evite coisas do tipo “trabalhei 5 horas a mais então quero R$ 150,00 a mais“, isso vai gerar stress.
O que você pode fazer pra ajudar a se organizar é criar uma planilha de horas trabalhadas, anotando sempre o dia, a hora que começou, a hora que terminou e o que você fez nesse período. Assim você tem um controle do seu progresso, do que foi feito, quando foi feito, quanto tempo você demorou pra fazer cada coisa ou quanto tempo você ainda tem pra terminar o trabalho.. Com isso você também vai conseguir prever se vai dar pra terminar o serviço dentro do prazo, se vai trabalhar menos ou mais e etc.
O difícil aqui é calcular o tal do “salário ideal”, pois esse deveria ser um salário que pague todas as contas numa situação onde você não tenha um emprego fixo e ganhe apenas seu salário de freelancer.
Outro ponto que você deve tomar muito cuidado é que é praticamente impossível você trabalhar 5h por dia, 5 dias por semana, todas as semanas do mês… Isso não vai acontecer, você vai acabar trabalhando menos do que espera pois se você trabalhar em “carga máxima” os projetos vão terminar muito rápido ou o cliente não vai querer pagar tanto em tão “pouco tempo”.
Eu pessoalmente acho que um trabalho de programador que tenha um mínimo de cuidado com o código não deva custar menos de R$ 1.000,00… tem gente que faz todas as etapas do site por R$ 200,00 e eu acho isso um absurdo. Claro que o preço varia pra cada lugar, mas as pessoas (clientes) precisam entender que esse é um trabalho puramente intelectual: não há matéria prima, e a qualidade é estritamente ligada ao seu conhecimento.
Quanto vale todas as horas de sono que você perdeu na frente do computador tentando debugar aquele código que não roda? O que você sabe não pode ser colocado num HD ou pendrive e vendido na esquina, ninguém tira isso de você… E isso não tem preço.
O difícil é transformar o incalculável em um valor justo, como se você tivesse vendendo um produto a base de uma matéria prima, mensurável e palpável.
E você? Como você cobra pelos seus trabalhos? O que acha da minha forma de pensar? Deixe seu comentário, participe! ![]()
A maioria das pessoa têm medo de falar o quanto ganham… Eu gosto de conversar com os outros profissionais da área sobre isso, abertamente… Assim criamos uma cultura, um conhecimento de como está o mercado e se estão pagando bem ou mal na empresa X ou Y.. isso faz o cálculo do “salário ideal” mais fácil e nos ajuda a entender se estamos endo valorizados ou não como fontes de inteligência que somos.
Um grande abraço e até a próxima!
Ahh, e pra quem ficou curioso, a minha hora/trabalho ideal varia em torno de R$ 50,00 a R$ 60,00, depende muito do projeto.
Artigo originalmente publicado em 3 de abril de 2011 por Thiago Belem: Quanto cobrar por um site?
Ninguém gosta de acessar um site e se deparar com um erro.
Que tal personalizar sua pagina 404?
Edite o arquivo o arquivo .htaccess na raíz do seu site a adicione a linha abaixo:
# Muda o arquivo de erro 404
ErrorDocument 404 /404.html
Agora é só enviar para raiz do seu ftp e pronto!
Veja Abaixo algumas páginas 404 bem criativas:
Mais páginas de erro 404:
surfingonstatic.com
clubpenguin.com
kidmondo.com
twurn.com
istockphoto.com
wufoo.com
redtag.com
24-7media.de
wakoopa.com
takeoffeh.com
getdropbox.com
amorphia-apparel.com
deaxon.com
retardzone.com
spoongraphics.co.uk
cgcraft.com
mailchimp.com
markdijkstra.eu
kochatelier-berlin.de
pvmgarage.com
futureofwebdesign.com
popscreen.com
gdzl.la
carsonified.com
chrisjennings.com
twurn.com
abduzeedo.com
henrikhedegaard.com
wufoo.com
jhuskisson.com
tele2.no
tattoosales.com
suspendedanimations.com
homestarrunner.com
acromediainc.com
fryewiles.com
patterntap.com
d20srd.org
dawdle.com
bluedaniel.com
css-tricks.com
arbitraryconstant.co.uk
shelfworthy.com
springload.co.nz
apartmenthomeliving.com
moock.org
thewebmotel.com
storenvy.com
vuu.com.au
sickdesigner.com
projectfedena.org
criticalzero.co.uk
github.com
gog.com
huwshimi.com
cssremix.com
rockettheme.com
springload.co.nz
soocial.com
psicobyte.com
southparkstudios.com
blog.factordstudio.com
25 Nov
Posted by bill as Internet, MySql, Php, Webdesigner
Neste artigo, preparei novidades com o objetivo de demonstrar como tirar o máximo proveito das informações cadastrais, capturadas e transacionais de clientes, utilizando-se das técnicas de segmentação adotadas nos projetos de CRM Analítico.
Partimos do princípio de que a empresa identifica os seus clientes, obtém dados cadastrais íntegros e a pessoa, ou equipe responsável pelas campanhas de comunicação dirigida, dispõe de acesso as informações transacionais desses clientes.
- Quais são as expectativas do projeto a curto e longo prazo? Estabeleça objetivos mensuráveis.
- Como as ações de marketing dirigido irão melhorar a competitividade da empresa?
- Qual a capacidade da empresa de executar uma ação de comunicação dirigida?
- Como queremos nos relacionar com o cliente?
- Existem recursos suficientes? Internos e Externos? Tecnologia?
- Execute o planejamento em fases (blocos curtos).
- Sempre que os resultados esperados forem muito ambiciosos, crie unidades menores. A ideia aqui é mostrar resultados rapidamente, cumprindo o planejado e conquistando assim credibilidade e o apoio das diversas áreas da empresa.
- Divulgue as vitórias e divida as “histórias de guerra” com todos os envolvidos.
Com as informações organizadas, tratadas, duplicadas, atualizadas e enriquecidas, mesmo que em uma planilha, o primeiro passo é estratificar seu cadastro. Uma técnica simples é a de Pareto (a regra do 80/20), ou seja, a regra que diz que 20% dos clientes representam 80% do faturamento. Dessa forma, será possível identificar os diversos tipos de clientes por valor transacional e iniciar um processo novo de diferenciação. Começam a aparecer os clientes de maior valor (CMVs) para a empresa, e ações específicas devem ser executadas para aumentar sua satisfação e fidelizá-los.
Os clientes intermediários (ou CMPs – Clientes de Maior Potencial) devem ser incluídos em ações de rentabilização, pois é necessário desenvolvê-los e aumentar seus negócios (e lucratividade) com a empresa. Clientes que valem pouco para a empresa precisam ser avaliados. Em alguns casos, pode ser interessante desenvolvê-los (um cliente novo, por exemplo, que ainda não teve tempo de ser desenvolvido), mas em outros talvez não seja interessante investir. Essas regras de relacionamento devem estar claras para todos. Valide-as com as áreas envolvidas: Vendas, Atendimento e Canais. O momento da interação com o cliente é fundamental para identificar se as regras estão gerando os resultados esperados para a empresa e atendendo a necessidade do cliente.
É simples construir essa visão, se você não é a pessoa com acesso direto aos dados, peça ajuda à pessoa responsável por gerar a informação em uma planilha de Excel.
- Em uma planilha contendo todos os registros e os campos – código do cliente e a média de faturamento dos últimos seis meses de cada cliente, classifique todos os registros por ordem decrescente de valor (do maior para o menor).
- Em seguida, na coluna ao lado do valor, crie uma coluna para acumular os valores. Ao lado do valor acumulado, faça o mesmo, mas em percentual.
- Pronto, você irá identificar onde estão concentrados os 80% do faturamento. Contabilize quantos clientes foram necessários para obter esse percentual.
- Por fim, você irá identificar quem são os 20% dos clientes responsáveis pelos 80% do faturamento como, por exemplo:
| % & cliente | % & Vlr médio faturamento |
| 20% – 42 clientes | 80% – R$ 1.201.476 |
| 80% – 165 clientes | 20% – R$ 298.524 |
| 100% – 207 | 100% – R$ 1.500.00 |
- Será possível também identificar quem são os 50% dos clientes responsáveis por 20% do faturamento. Esses são passíveis de uma análise, pois se não são novos clientes, podem ser clientes que não são rentáveis.
2.1. Novas opções para o trabalho das informações de clientes
Outra opção de estratificação utilizada na base de clientes é a técnica RFV (Recência, Frequência, Valor), para uma ação de marketing direto. Utilizando também uma planilha de Excel, contendo todos os registros de clientes e os campos: o código do cliente, a recência (data da última compra), a frequência (quantidade de compras realizadas nos últimos seis meses) e o valor (somatório dos últimos seis meses).
| Código do cliente | Recência (Data da última compra) | Freqüência (Quantidade de compras nos últimos 6 meses) | Valor total da compras nos últimos 6 meses |
| 126822 | 16/09/2010 | 4 | R$ 785,23 |
- O primeiro passo é dividir o total de clientes por 5 (quintil) como, por exemplo: 100 clientes /5 = 250 clientes, criando 5 grupos.
- Em seguida, classifique os registros por ordem decrescente, primeiro por recência, em seguida por frequência e valor. Mas vamos voltar à recência. Após a classificação dos registros, por recência, atribua uma nota a cada registro para todos os grupos. O primeiro grupo deve conter as datas mais recentes de compra e deve receber a nota 5. Esse grupo deve conter 250 clientes, o segundo grupo, nota 4 e assim por diante, até o último grupo, atribuir a nota 1.
- Repetir esse mesmo processo, desde a classificação até atribuição de notas para a frequência e o valor, um por cada vez. Lembrando sempre de incluir a recência, quando estiver fazendo a classificação da frequência, e a recência, quando estiver realizando a classificação do valor.
No final, o arquivo irá conter três colunas a mais, cada uma com a sua nota referente à recência, à frequência e ao valor. O ideal é que essa nota esteja em um único campo como, por exemplo:
| Código do cliente | Recência (Data da última compra) | Freqüência (Quantidade de compras nos últimos 6 meses) | Valor total da compras nos últimos 6 meses | RFV |
| 126822 | 16/09/2010 | 4 | R$ 785,23 | 544 |
Dessa forma, você poderá classificar os registros em ordem decrescente pelo RFV.
Cada quintil terá uma quantidade de cliente e, por meio da RFV, é possível diferenciar o comportamento de cada grupo e personalizar as ações de acordo com cada perfil.
Em um dos nossos projetos, antes da aplicação da técnica, ao realizar o tratamento dos dados cadastrais, encontramos mais de um registro do mesmo cliente no cadastro. Ele era José Silva em um dos registros e José Da Silva em outro. Havia duplicidade nos dados cadastrais. Quando olhamos mais a fundo os dados transacionais (compras efetuadas ao longo do tempo), percebemos que o mesmo cliente tinha dois valores diferentes para a empresa. Como José Silva, ele era um cliente médio. Como José Da Silva, ele era um cliente de baixo valor. Cerca de 70% de suas compras foram associados a José Silva e os 30% restantes ao registro chamado José da Silva. Em nosso programa de Marketing Direto, ele estaria recebendo duas malas diretas com ofertas distintas. Um absurdo e um atestado de desorganização interna. Que imagem o cliente faria de uma empresa como essa? Uma vez eliminada a duplicidade, o cliente passou a ser reconhecido como um cliente de alto valor para a empresa (CMV) e recebeu uma única mala direta com uma oferta adequada e que reconhecia e valorizava seu relacionamento com a empresa.
Lembre-se da importância de se tratar, de duplicar e de atualizar uma base de dados antes de realizar qualquer ação de comunicação. O importante é ter uma visão única do cliente.
Independentemente da metodologia utilizada, a empresa terá condições de desenvolver ações de prospecção, de relacionamento e de rentabilização.
Seja por meio da técnica de Pareto ou do RFV, ao identificar os principais clientes, a empresa poderá buscar no mercado listas de prospects (consumidores ou empresas) com perfil similar aos melhores clientes.
O grupo do RFV 555 são clientes fieis. Para esses, podem ser formuladas ações de relacionamento e de fidelização. Já para grupos de 545 até 541, por exemplo, as ações devem ser de rentabilização, pois um cliente que comprou recentemente e mantém uma frequência alta, está propício a receber outra oferta e a fechar o negócio – pode ser uma ação de UpSelling (rentabilizar com uma oferta de um produto de maior valor) ou de Cross Selling (identificar o próximo produto a ser adquirido por esses clientes).
O resultado do RFV também é passível de utilização pelo call center. Ele poderá utilizá-lo no atendimento ao cliente. O atendente, ao saber que está atendendo um cliente RFV 555, poderá dar um atendimento diferenciado dos demais. Até mesmo usar o RFV para priorizar a fila de atendimento.
Registre os principais números no momento de partida, eles serão os indicadores de desempenho. Retrospectivos: market share, receita e indicadores financeiros. Prospectivos: share of costumer, percentual de conversão de novos clientes e custo, ticket médio, custo de comunicação contínua e percentual de retenção. Se não for possível reunir todos, ou nem todos fizerem sentido na realidade de sua empresa, monte seu próprio “painel de controle”.
Mas, o mais importante, faça isso no início, durante e ao final de cada campanha e ação.
FONTE: http://imasters.com.br/artigo/18988/webmarketing/crm_dicas_para_uma_gestao_eficiente_com_base_em_dados_por_perfil/
Se você adora ícones. Então, aqui está um novo conjunto de 178 ícones grátis para baixar.
Desenvolvido pelo CitiBank, serão lançados nos EUA no próximo mês e permitem modificar a forma de pagamento diretamente no cartão.

Os sistemas de pagamento sem dinheiro evoluíram muito desde a criação do cheque. Cartões de Crédito e Débito facilitam a vida dos usuários do sistema bancário, mas não receberam muitas melhorias nos últimos anos além da inserção de chips de identificação nas tarjetas.
O novo modelo desenvolvido pelo CitiBank pretende implementar, entre outras funcionalidades, a alteração do sistema de pagamento com botões no cartão. O chamado Cartão 2.0, ou Cartão 2G viria com um display de LED e tecnologia para criptografia das informações. O usuário poderia utilizar diversas contas em um único cartão, com a alteração da conta debitada sendo feita pelos botões já mencionados.

A empresa responsável pelo desenvolvimento, a Dynamics Inc., está trabalhando também para outras instituições bancárias com outros sistemas, como um que permite o ocultamento do número do cartão, que aparece apenas se o usuário digitar um número PIN diretamente no sistema.
Para o CEO da Dynamics Inc., Jeff Mullen, “nós estamos tentando ser o braço inovador de uma indústria que nunca teve um antes”. A previsão de lançamento do novo sistema no CitiBank é para o início de 2011.

Da forma como está sendo utilizado, o Cartão 2G poderia ser desativado remotamente, sobrescrevendo as informações da conta por dados randômicos e tornando o cartão inútil no caso de furto.
Desta forma, o Citibank pretende reduzir seus custos com cartões extraviados, já que uma lei federal nos Estados Unidos protege usuários que tem seus cartões roubados, isentando-os de arcar com os custos de compras executadas ilegalmente em suas contas.
O sistema desenvolvido para o CitiBank deve substituir o atual, no qual o chip ou tarja magnética contem todas as informações relacionadas à conta do usuário, e utiliza as mesmas características de tamanho e flexibilidade dos cartões atuais. Apesar de funcionarem com baterias embutidas, o cartão deve ter uma vida útil de aproximadamente quatro anos.